sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Justiça: Como os portugueses foram entretidos no regime abrileiro



quando a realidade andou mais próxima disto:



P.S.:  um país católico...



Todo o rico tem uma herança

A HERANÇA DE SÓCRATES

- Dívida Pública aumentou 90.000 milhões de euros entre 2005 e 2010.
- Nacionalizou o BPN, com o contribuinte a pagar, aumentando o seu buraco em 4.300 milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4.000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8.000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
- Derrapagem de 695 milhões nas PPPs só em 2011.
- Aumentou custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.
- A CGD emprestou 300 milhões a um amigo do partido para comprar ações de um banco privado rival, que agora valem pouco mais que zero.
- Injectou 450 milhões no BPP para pagar salários dos administradores.
- Desbaratou 587 milhões do OE de 2011 em atrasos e erros de projeto nas SCUTs Norte.
- Desapareceram 200 milhões de euros entre a proposta e o contrato da Autoestrada do Douro Interior.
- Anulou e deixou prescrever 5.800 milhões em impostos.
- Perdeu 7.200 milhões de fundos europeus pela incapacidade do governo de programar o seu uso.
- Enterrou 360 milhões em empresas que prometeu extinguir.
- Contratou 60.000 milhões em PPPs até 2040.
- Usou Reformas para financiar a dívida de SCUTs e PPPs.
- Deu de mão beijada 14.000 milhões aos concessionários das SCUTs na última renegociação.
- Deixou agravar o passivo da Estradas de Portugal em 400 milhõesem 2009.
- Deu 270 milhões às Fundações em apenas dois anos.
- Pagou à EDP, em rendas excessivas, 3.900 milhões tirados à força da vossa fatura da eletricidade.
- Deixou os sindicatos afundar as EPs em 30.000 milhões de passivo para os camaradas sindicalizados com salários chorudos e mordomias, pagos pelo contribuinte.
- Aprovou um TGV que já nos custou 300 milhões só em papelada, e vai custar outro tanto em indemnizações
- Mais todos os milhões enterrados no Aeroporto fantasma de Beja, totalmente inoperacional, inaugurado à pressa antes das eleições para fechar logo de seguida.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Vitimizando-se II

Cá está a confirmação pelo próprio Sócrates ao Público: o caso "tem contornos políticos", mas não demasiados, para não o prejudicar a si e ao seu partido; condena a justiça; nega as acusações; verbera o "circo mediático"; utiliza os media. É uma estratégia discursiva que foi sendo construída por António Costa e, hoje, por Soares, o advogado nominal, João Araújo, e o advogado real, Proença de Carvalho. E, magnânimo, cedo a palavra a Sócrates, que me quis calar de 2006 a 2011, ...

Eduardo Cintra Torres


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Vitimizando-se.

Interpretar a ida de Soares a Évora como “coragem” e “prova de amizade” é errado, assim como é errado e deselegante considerar as suas declarações como as de um homem sem todas as capacidades intelectuais. Nem uma coisa nem outra. Foi um acto político de grande alcance. 

Soares era a única pessoa da oligarquia do PS que o poderia visitar sem acorrentar o próprio partido. 

As suas declarações à saída têm de ser interpretadas como declarações que servem o detido. 
Essas declarações à saída - não à entrada - exprimem não apenas a sua opinião sobre o assunto mas também a opinião de Sócrates. Soares não faria declarações que achasse que prejudicassem o que Sócrates lhe disse no encontro.

As afirmações de Soares apontam para uma estratégia de comunicação visando denegrir os “malandros” da justiça e dos media, não nomeados. Ora, se a detenção e prisão preventiva são obra de “malandros”, são, por consequência, um acto político e não judicial. 


Portanto, a meu ver, a estratégia de Sócrates, transmitida por Soares, é a de considerar a detenção como um processo político e não como um processo por branqueamento de capitais, corrupção, etc. 


Para quem, em simultâneo foi PM e é suspeito desses crimes, é a única estratégia que resta.
Não se pode esquecer que, para quem vive da imagem pública, a manutenção dessa imagem é essencial para o futuro, nomeadamente para quando se sai da cadeia.


Recordo que, dos acusados de pedofilia, por exemplo, os que não vivem da imagem pública não se preocupam (demasiado) em desmentir o provado em tribunal, enquanto os que vivem da imagem pública precisam em absoluto de negar todo o processo, vitimizando-se.


Eduardo Cintra Torres 

il padrino




terça-feira, 25 de novembro de 2014

Profecia Socialista


É fácil a corrupção

"É evidente e ensinado pela experiência que é fácil a corrupção onde a responsabilidade de poucos é substituída pela irresponsabilidade de muitos: os regimes democráticos prestam-se, mais do que nenhuns outros, a compromissos, entendimentos, cumplicidades abertas ou inconscientes com a plutocracia."

António de Oliveira Salazar in «Discursos».


Agito na rede social




"Só sei que nada sei"

A ex-mulher de José Sócrates, Sofia Fava, visitou hoje o antigo primeiro-ministro no presídio de Évora, onde está em prisão preventiva, e afirmou tê-lo encontrado "muito bem" e com "uma postura muito filosófica". Sócrates está "muito confiante, está muito bem.




Será que só o ser humano é que monta ratoeiras e depois é vítima das mesmas ?

Não deixa de ser irónico que as regras e os pressupostos criados por este regime, nomeadamente o aumento imparável da despesa e consequentemente da receita fiscal, esteja a corroer-se por dentro, exatamente pelos mesmos agentes políticos que tentam vender a ideia e que executam as políticas de que o que Portugal precisa é de mais investimento público, mais educação e mais saúde, tudo à conta de mais receita fiscal, venho ela de onde vier, com a agravante de que como esta nunca chega, ainda temos que ir ao endividamento para compensar.

A nossa sorte ou o nosso azar, não sei bem, é que quando as políticas públicas são tendencialmente insustentáveis, mais cedo ou mais tarde ocorrem alterações no regime, grandes ou pequenas, consoante o modo e a frequência com que ocorrem.
E aqui a coisa cheira mal, porque a Europa e o BCE têm "ajudado" bastante Portugal a empurrar os seus problemas estruturais com a barriga.
Ninguém pode acreditar que as yields de juros a 10 anos de Portugal ao dia de hoje refletem as variáveis macro do nosso País. Tal só acontece porque o BCE e a UE estão lá por trás.
São este tipo de pressupostos que não nos ajudam a lidar com os problemas de frente nem a querer resolvê-los, a bem ou a mal.

Em termos micro, cada um de nós, cidadão português, vê-se confrontado com um crescente aumento de impostos, sem fim à vista, já que a Constituição deixa-nos despidos nesta matéria, ficando a nossa consciência cada vez mais afetada em relação ao cumprimento ou não cumprimento das nossas obrigações fiscais.

É que quando o nosso rendimento começa a ser confiscado em 30, 40, 50, 60, 70, 80%, consoante os rendimentos declarados, a tentação de querer fugir cresce, e cresce muito, ao ponto de agentes políticos, como no caso de Sócrates, que faziam a apologia de mais investimento público, sabendo ele muito bem que o dinheiro não aparecia do nada, comecem a claudicar nas suas micro-decisões pessoais, deixando-se levar pelo esquema clássico de receber dinheiro por fora.

É isto que acontece quando queremos forçadamente manter uma realidade que não é sustentável a longo prazo. Acabamos por sermos vítimas da tramóia que nós próprio montámos.


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Regresso ao Admirável Mundo Novo

"Através de recursos cada vez mais eficazes de manipulação da mente, as democracias transformarão a sua natureza; as velhas formas pitorescas - eleições, parlamentos, Supremos Tribunais e tudo o mais - subsistirão. A sua essência será um novo tipo de totalitarismo não-violento. Todos os nomes tradicionais, todos os slogans consagrados permanecerão tal e qual como nos velhos tempos; a democracia e a liberdade serão os argumentos de todas as emissões radiodifundidas e de todos os editoriais (...). Entretanto, a oligarquia dirigente e a sua altamente treinada 'elite' de soldados, policiais, forjadores de pensamento e manipuladores de cérebro conduzirão tranquilamente o espetáculo como lhes apetecer."

Aldous Huxley, 'Regresso ao Admirável Mundo Novo'


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Aprendam democratas

"Dinheiro perdido, nada perdido; Saúde perdida, muito perdido; Caráter perdido, tudo perdido." 

provérbio chinês

Podemos?

No, no Podemos...




segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Vou dar uma ideia (socialista) fixe ao Costa...

Turistas podem pagar multa ao tirar fotos da Torre Eiffel à noite e postar imagens nas redes sociais.


Lisboa não tem Torre Eiffel?
Constrói uma, porra! 
Com a construção vais gerar crescimento económico, criar empregos, atrair turistas para taxar e o dinheiro das multas irá servir para pagar o caralho da obra...
Abre os olhos Costa, isto é socialismo em acção. 


António Costa: E o Taj Mahal? Pode ser Vivendi?

Epá, Pode ser também... Um elefante branco fica sempre bem em Lisboa e poderás dedicar o templo ao amor que os portugueses nutrem pelo socialismo. Faz-te à obra que já tens pouco tempo de câmara.


A essência da liberdade e da justiça

«Um homem honesto apaixona-se por uma mulher honesta; ele quer, por isso, casar-se com ela, ser o pai dos seus filhos, e ser a segurança da família.
Todos os sistemas de governo devem ser testados no sentido de se saber se ele pode conseguir este objectivo. Se um determinado sistema – seja feudal, servil, ou bárbaro – lhe dá, de facto, a possibilidade da sua porção de terra para que ele a possa trabalhar, então esse sistema transporta em si próprio a essência da liberdade e da justiça.
Se qualquer sistema – republicano, mercantil, ou eugenista – lhe dá um salário tão pequeno que ele não consiga o seu objectivo, então transporta consigo a essência de uma tirania eterna e vergonha»

– G. K. Chesterton, “Illustrated London News”, Março de 1911.

2x melhor

Se os políticos trabalhassem metade do que trabalham, Portugal estaria duas vezes melhor...

LT


sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Gold & Silver


Esta quinta-feira, para além de vistos Gold, Portugal também distribuiu pulseiras de prata, numa estranha acção de promoção do popular visto.
«Aqui tem o visto Gold», terá afirmado o director do SEF para o chinês. «Aqui tem as pulseiras de prata», terão afirmado os inspectores da PJ para o director do SEF. Depois ficou tudo em silêncio à espera de mais algum trocadilho com metais… sei lá, qualquer coisa com bronze… não? Estanho?… Nada? Ok, foram então feitas as detenções, para alívio do chinês, que não estava a perceber nada.

Quanto mais depressa os portugueses se livrarem deste regime melhor para todos e quem  avisa amigo é...


A moralidade da Srª socialista Ana Gomes...


António Costa avança com as taxas, taxinhas e taxinhos.




Quem avisa...

 amigo é...




terça-feira, 11 de novembro de 2014

E que tal pagar 3 €?

1 € para entrar na cidade...

1 € para dormir na cidade...

1 € para o socialismo...



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

domingo, 9 de novembro de 2014

O muro vale pelo simbolismo

"O muro vale pelo simbolismo, mas era o menor dos males. A memória que fica é a do maior crime político da História, com mais de 100 milhões de mortos, da China à União Soviética, da Coreia do Norte a Cuba. As más ideias tendem a produzir maus resultados. O que nos devia preocupar hoje é que certos conceitos do "socialismo real" ainda agora por aí circulam, em regime de contrabando, com outros nomes."
BS

Foi a construção...

Foi a construção e não a queda do muro de Berlim que marcou para sempre o socialismo como um regime patético, fracassado e desumano.

MD

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Só isso na verdade é transcendente para o futuro do País

«Não sou dos que julgam que há uma verdade política; mas firmemente creio que há verdades políticas tão exactamente demonstradas pela razão e pela experiência como conclusões das ciências positivas. Os que julgam possuir a verdade na política e governo dos povos vão desgraça-los com a imposição, até onde puderem, do seu elixir universal; os que não crêem nas verdades políticas pouco se lhes dá dos regimes e dos sistemas, mudarão ao menor sopro as instituições dos países, dispor-se-ão a sacrificar com elas as garantias da sua própria segurança e vida colectiva, sem ver que há por vezes aí tentativas e manifestações... de domínio do exterior.

Eis porque, sem esquecer a História com seu mostruário de instituições políticas que morreram, se revezaram ou rejuvenesceram, nem supor que se cria agora para a eternidade e tudo se conservará imutável no tempo, o que seriamente me preocupa é saber se, sim ou não, têm sido focados os problemas centrais da comunidade nacional e se, através de reformas de toda a ordem, e à frente as das instituições políticas, se tiveram presentes as verdadeiras necessidades e possibilidades da Nação portuguesa.

Que isso tenha sido percebido e devidamente apreciado pela genialidade dos contemporâneos não interessa senão ao momento político e em certa medida, pela calma da consciência pública e a tranquilidade que cerca o trabalho do governo. O que acima de tudo importa é que se tenha encontrado o verdadeiro caminho, seguindo o qual o povo pode viver tranquilamente a sua vida e a Nação cumprir a sua missão histórica, isto é, realize o que é essencial na vida e seja fiel ao que é permanente na História. Só isso na verdade é transcendente para o futuro do País».

Oliveira Salazar («Discursos e Notas Políticas», Novembro de 1943).


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Mais um flop socialista

Depois de Obama vem o quê?


O Foralismo Contra o Estado Centralizador.

Ao longo dos tempos o sistema liberal tem vindo a fazer tábua rasa das liberdades municipais. Os Foros durante séculos foram figuras muito importantes das nossas instituições, símbolos da liberdade e da verdadeira participação política dos indivíduos que, contrariamente ao que nos quer impor o demo-liberalismo, começa na família e continua nas câmaras municipais. 
O sistema instituído, de forma hipócrita, por um lado pede o voto ao indivíduo, por outro deixa-o sem qualquer possibilidade de decidir os problemas que o afectam directamente no seu município.

Os Foros eram exemplos de liberdade desde a época medieval, foram aplicados em toda a Península e não há razão lógica para a sua radical eliminação pelo liberalismo, com a aplicação do chamado direito novo.

Tanto o “sociedalismo” orgânico de Vazquez de Mella como o seu conceito de Tradição têm as suas raízes na ideia de que a sociedade se fundamenta na natureza do homem.
Segundo Aristóteles, o homem é um “animal social” e isto foi ignorado tanto pelo racionalismo liberal, como pelo socialismo estatista.

Estas instituições naturais e fácticas exigem unidade e direcção que devem ser asseguradas pelo Estado. “Todas as instituições legítimas têm a sua origem numa necessidade da natureza humana e o Estado tem a faculdade de conhecer a pessoa colectiva, mas não tem o direito de criá-la, segundo a teoria de que só o Estado existe por direito próprio e as outras instituições aparecem por sua concepção e tolerância.”

O tradicionalismo com o seu “sociedalismo” (corporativismo orgânico), propõe a reconstituição orgânica da sociedade, sendo os Municípios fundamentais, mas enquanto estes forem tão centralistas como o Estado centralizador liberal, tudo será inútil.

publicado aqui

No País das Maravilhas

A Altice, ao comprar a PT "portuguesa" aos brasileiros, não sabe no que se vai meter. É a Altice no País das Maravilhas.

Eduardo Cintra Torres 


China...

China: de “gigante imbatível” a mero tigre de papel?



terça-feira, 4 de novembro de 2014

O Poder é cíclico!

Hoje em dia estamos a assistir ao colapso da Política. O primeiro sinal é a percepção da inutilidade dos políticos que usam o sistema partidário e o Estado não para servir o interesse público mas para benefício próprio. A corrupção aprofunda-se e generaliza-se. Porém, por detrás deste processo de descrença política, o que está em causa é a própria democracia. Regressamos a Platão: a democracia gera anarquia e corrupção, donde resulta a necessidade de ditadura. O Poder é cíclico! Não há garantias eternas num mundo dominado pela caducidade!

IS