quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Um governo de «sábios»

"Se alguma coisa caracteriza o Estado Novo foi mesmo a Universidade, costumando eu dizer que foi uma autocracia da academia, ou um governo de «sábios», à maneira platónica."

Rui A., aqui

terça-feira, 29 de setembro de 2015

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

sábado, 19 de setembro de 2015

De progresso em progresso para salvar o mundo

"Foi no passado que a Europa inventou em cada século uma nova ideologia para salvar o mundo; hoje, com a contribuição dos americanos, o Ocidente inventa uma em cada década."

Antony Mueller

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Socialismo progressista


Costa quer acesso de solteiras à Procriação Medicamente Assistida


"Costa impulsiona novo avanço civilizacional: agora as mulheres liberadas já não precisariam de se submeter a um porco machista, porque poderão ser inseminadas como as vacas..."

RTN


A bad joke


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

domingo, 13 de setembro de 2015

O Estado Moderno


É uma espécie de lei de ferro da vida:



É uma espécie de lei de ferro da vida: ninguém - uma pessoa, uma família, uma sociedade - pode viver acima das suas possibilidades (por muito tempo). E tentá-lo é chamar a desgraça. Isso quer dizer muitas coisas. Um Estado não pode dar mais às pessoas do que o que as pessoas lhe dão a ele (em impostos); uma sociedade não pode aumentar mais os salários do que aumenta a produtividade; um país não pode viver (sempre) das poupanças de outros países. Podemos dar as voltas que quisermos dar, que quando os salários (reais, descontado o efeito da inflação, ou seja, os salários medidos em poder de compra) crescem mais do que a produtividade, isso paga-se, à frente, com um ajustamento, e quanto mais tempo tardar mais doloroso é esse ajustamento. Quando não se tem moeda própria esse ajustamento é particularmente doloroso porque o driver do reajustamento é o desemprego (como foi entre nós recentemente).

Este quadro, mostrando como é a evolução da produtividade que torna possível, sustenta, o crescimento dos salários, mostra também, se olharmos para ele com atenção, o que acontece quando há a ilusão de que isso não é assim, isto é, de que a economia foi de férias.

Primeiro episódio de deboche total: 74, 75. Enquanto a produtividade mergulhava a pique (uma queda de brutal de 12% em dois anos) os salários reais (salários nominais menos inflação) trepavam 21%. Foi bonita a festa, pá! Mas acabou em lágrimas. Verdadeiramente, o ajustamento só vai terminar em 1985, depois de duas visitas do FMI. Note-se a curiosidade histórica de só em 1984, era Soares PM, os salários reais terem caído 9,2%. Isso nunca antes acontecera, nem voltou a acontecer, nem nada que se pareça (num só ano). Desta vez o que não pagámos em ajustamento de salários pagámos com desemprego em níveis recorde.

Entre 1986 e 1994 conseguimos manter o equilíbrio; os salários cresceram como nunca, mas a produtividade também. Nos anos loucos que se seguiram, do engenheiro Guterres de má memória, entre 1995 e 2000, alguma coisa a produtividade aumentou (8%); os salários aumentaram 20%. Foram os anos em que se semeou o desastre de que saímos apenas há pouco. Aquele salto dos salários reais em 2009 foi o último episódio de deboche socialista em grande, um espasmo, uma espécie de La Grande Bouffe antes do que sabemos: muito cuidado pois com quem ides escolher para vos governar nos próximos anos; sabeis como a coisa começa. E sabeis também como a coisa acaba: muito, muito mal.


Jorge Costa

A demagogia dura pouco...

"A Alemanha revoga temporariamente o espaço Schengen. Na Baviera já se pedia às jovens alemãs para não usarem mini-saias e tops em respeito à cultura dos refugiados. A Austria não sabe o que fazer aos contingentes que tem para a Alemanha. A Hungria é que era a má da fita? Afinal parece que não é a Grécia a desmoronar a unidade europeia. E não era óbvio que este fluxo de refugiados sírios, que os países árabes do golfo se recusam a receber!, oriundos de zonas de extremismo islâmicos reprimido por Assad e apoiado pelo EI, ia terminar mal? Para a Europa? Não foi Putin um pouquinho mais inteligente ao pensar como estadista? Enfim, a demagogia dura pouco, mas os danos na UE estão feitos....E bastava ter perguntado aos israelitas o que fariam..."

Carlos Santos

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

sábado, 5 de setembro de 2015

As revistas sociais estão ao rubro!


Um Refugiado de 3ª



É "apenas" o herói mais condecorado da história do Exército português. Portugal virou-lhe as costas. Poderá ficar sem casa e colocado no meio da rua, juntamente com a esposa e 3 filhos.

Ó senhores governantes, como é que ajudam os de fora e negam ajuda aos de cá? Hipócritas!


Salvador Costa


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Portugal é grande.

A repórter da Tvi pede que a câmara mostre a "quantidade de pessoas" que entretanto se juntou em frente à nova casa de José Sócrates. A câmara filma seis pasmados. Um grita "palhaço!". Na Sic Notícias as ex-viúvas do ex-44 vêem restaurada a esperança. Em Braga, o dr. Costa ficou com a digestão avariada, quiçá por culpa do abade (de Priscos). Portugal é grande.
PS (no pun intended): na Rtp, esqueci-me de acrescentar, havia Marinho e Pinto, ambos inexcedíveis na defesa do nosso herói.

Alberto Gonçalves


A obrigação moral correcta...

"Não existe nenhuma obrigação moral de receber imigrantes com braços abertos e oferecer hospedagem. O que existe, porém, é a obrigação moral de lutar contra o Estado Islâmico."
Antony Mueller

Recado curto e grosso


"Parem a guerra na Síria, não queremos ir para a Europa"


Perguntado sobre que mensagem gostaria de mandar para o mundo, o menino respondeu:
"A minha mensagem? Por favor ajudem os sírios. Os sírios precisam de ajuda já. Parem simplesmente com a guerra. Nós não queremos ir para a Europa. Apenas parem a guerra na Síria, só isso”.