- afastava os corruptos da política e condenava os mais perigosos ao exílio
- proibia a maçonaria
- equilibrava as contas públicas
- colocava o país a crescer economicamente de forma robusta
- desse o exemplo moral de liderança
- faria a imprensa parar com as intrigas e mentiras
- onde a justiça funcionava
- onde as escolas ensinavam a sério
- respeitasse os costumes e tradições da sociedade
- que não levasse nem pó quando saísse do poder
Seria um ditador ou alguém a atender aquilo que os portugueses realmente querem?
Adenda:
Por José do Porta da Loja
- Por muito que custe a aceitar aos democratas a diferença essencial
que existia entre o Estado Novo e agora, no que se refere estritamente
ao funcionamento parlamentar reside nisto:
Antes não havia PCP nem PS porque este era ainda marxista puro e eram proibidos por lei, por serem " subversivos", porque o eram mesmo, perante uma guerra que tínhamos.
Só isso. Tudo o resto decorre deste fenómeno
- O período do Estado Novo, e do Estado Social foi um período excepcional de Portugal que deveria ser estudado com atenção.
Se o fosse teríamos evitado as bancarrotas e estes borra-botas que andam por aí a mandar, tipo Sócrates nunca teriam saído da terrinha e das câmaras municipais e dos cambalachos habituais.
- A democracia portuguesa transformou-se num verdadeiro "triunfo dos porcos" e isto é tão certo como dois e dois serem quatro.
O "Triunfo dos Porcos" é uma adequada referência. Entende-se bem, após 40 anos, a informada e conhecedora expressão do Prof. Bissaya Barreto quando teve conhecimento da Abrilada: o 25 de Abril foi o rebentar do cano de esgoto! Os gases não se contiveram...
ResponderEliminarTípico comportamento tuga! Sacudir a água do capote!
ResponderEliminarSempre esperando por um salvador... Ninguém quer assumir a responsabilidade de nada!
É a realidade que temos.
ResponderEliminarO senhor não vê a facilidade com que toda a gente discute nos jornais e pelos cafés, sem que, por assim dizer, surja ninguém com colaborações sérias e valiosas que tanto seriam de agradecer? Duma maneira geral, não há, neste País, quem realize. Pensa-se e divaga-se com abundância e facilidade impressionantes, mas, chegados à hora das realizações serenas, das provas reais, poucos são os que resistem à seriedade grave dos problemas que pesam sobre o País.
ResponderEliminarAntónio Oliveira Salazar in «Citações» de Fernando de Castro Brandão.
Concordo com o taawaciclos: ...Ninguém quer assumir a responsabilidade de nada!
ResponderEliminarPrincipalmente a esquerda que esteve 14 dos últimos 16 anos no poder.