«Los bancos son intermediarios financieros: su modelo de negocio consiste en endeudarse para dar crédito, esto es, en coordinar a ahorradores e inversores. Sin embargo, ni los bancos son los únicos intermediarios financieros -los fondos de pensiones, los de inversión o los monetarios son otro tipo de intermediarios- ni los intermediarios financieros son la única vía de conectar a ahorradores con inversores: en ocasiones, unos y otros entran en contacto sin necesidad de ningún comisionista que les cobre por orquestar semejante mediación (es el caso de, por ejemplo, la adquisición directa de acciones o bonos en el mercado).
Nada hay, pues, en los mercados financieros que coloque a las entidades de crédito en una posición de preeminencia oligopolística: existen suficientes modelos de financiación alternativos como para que el capital pueda afluir a las empresas sin pasar necesariamente por la ventanilla de los banqueros.»
Juan Ramón Rallo
Caro Vivendi,
ResponderEliminarO negócio (a negociata, melhor dizendo) bancário é, efectivamente, mais um embrulho para oferecer um mercado fechado a alguns agentes.
Como intermediários num mercado LIVRE, os bancos existiriam sempre. Não nos moldes actuais, é certo, mas teriam um papel importante: fosse como cofres de riqueza dos depositantes (sem esquemas de fracção ou leasing) ou como fundos de investimento, onde os prejuízos recaíam sobre os accionistas do banco (NUNCA SOBRE TERCEIROS).
A evolução do negócio bancário tem de ser entendida na sua extensão ao controlo do poder do estado por parte de certos interesses. O dinheiro, com o papel determinante que tem na economia, é demasiado apetecível para esses interesses. E, claro, para o estado também. No entanto, a esperança e, simultaneamente, a razão da sua derrocada (com consequências negativas para todos, infelizmente) é confundirem moeda e dinheiro. Nas actuais circunstâncias aquelas entidades controlam apenas a moeda (papel), controlam dívida. Isso deu-lhes tremendo poder, mas será, a atempo, a razão da sua queda.
Saudações,
LV
Perfeito o seu comentário meu caro.
ResponderEliminar«existen suficientes modelos de financiación alternativos como para que el capital pueda afluir a las empresas sin pasar necesariamente por la ventanilla de los banqueros»
ResponderEliminarQue excelente piada!
Piada excelente sem dúvida!
ResponderEliminarVenham estes adoradores austríacos cá a Portroikal com esta conversa que são corridos à pedrada!
Mas falar na não essencialidade dos bancos é praticamente idêntico a falar da não essencialidade da emissão de dívida!
Só não compreendo o porquê deste tipo de afirmações! Até parece que a escola da sachertorte nem adora a banca!