segunda-feira, 11 de julho de 2016

Hoje vi

"Hoje vi ciganos, árabes, indianos e africanos a chorar e a gritar por Portugal, Rainer Daehnhardt tem razão: mais nenhum Império o conseguiu!"

FG


3 comentários:

João José Horta Nobre disse...

Pessoalmente, dispenso as teses lusotropicalistas.

Vivendi disse...

http://www.record.xl.pt/internacional/competicoes-de-selecoes/europeu/euro-2016/grupos/grupo-f/portugal/detalhe/malaca-gritou-sou-portugues-sou-campeao-ja-ao-nascer-do-dia.html

Há quanto tempo Malaca deixou de pertencer ao espaço português? Ah, sim, desde 1641, ontem.

No final, houve "festa total que nunca mais cessou", com os apoiantes malaios de Portugal, conhecidos como "portugueses de Malaca", "sempre a saltar, a gritar e com uma réplica da taça de campeão do mundo a saltar de mãos em mãos" e a gritarem: "Sou português, sou campeão português".
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Mais de mil pessoas assistiram esta segunda-feira em Malaca, na Malásia, à vitória de Portugal no Euro'2016 e celebraram o título já perto do nascer do dia, pintados com as cores nacionais dos pés à cabeça e gritando: "Sou campeão".
O jogo começou quando eram três da madrugada em Malaca e a praça central do "portuguese settlement", um bairro onde vive uma comunidade de cerca de 2.200 pessoas descendentes dos descobridores portugueses que conquistaram a cidade em 1511, encheu-se com adeptos de Portugal pintados de verde e vermelho, t-shirts da seleção, "a cantar e a bater nas suas baterias", para verem o jogo num ecrã gigante, contou à Lusa Mónica Martins, da ONG portuguesa Associação Coração em Malaca e bolseira do Instituto Camões.
O bairro "apareceu em força" para ver a final do Euro'2016 e apoiar Portugal, mas também aparecerem "pessoas de fora", com a praça cheia de carros e "mantas no chão", segundo o relato de Mónica Martins, que está a fazer trabalho com a comunidade dos "portugueses de Malaca".
"Contavam-se facilmente mais de um milhar de adeptos", afirmou, contando que no intervalo do jogo houve um concurso para eleger a melhor pintura corporal, prémio arrecadado por um "homem literalmente pintado dos pés à cabeça" com as cores de Portugal.

João José Horta Nobre disse...

«Há quanto tempo Malaca deixou de pertencer ao espaço português? Ah, sim, desde 1641, ontem.»

E? O que é que eu tenho a ver com isso? Os "malacos" que sejam felizes na Malaca.