sábado, 12 de outubro de 2019

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Desafio

"O novo desafio que está a levar a internet ao delírio:
- Entra ilegalmente na Guiné-Bissau.
- Obtém a Nacionalidade Guineense.
- Arranja bolsa, residência e apoios universitários em Bissau.
- Tira a licenciatura, mestrado e doutoramento à conta do contribuinte guineense.
-Arranja emprego para a vida na universidade guineense onde te formaste.
-Chama racista à sociedade guineense que te acolheu e deu tudo.
-Candidata-te a deputado à Assembleia da Guiné.
-Diz aos guineenses que a Guiné não é um homem preto muçulmano. Explica-lhes que sem minorias brancas cristãs África não existe.
-Quando te perguntarem por que deves ser deputado na Guiné, responde aos guineenses que és uma pessoa branca e gaga.
-Mete os guineenses contra a parede: pergunta-lhes se finalmente aceitam ou não dar representatividade parlamentar a um branco vítima de acolhimento e hospitalidade guineense.
- Promete aos guineenses que no parlamento vais lutar para que a nacionalidade guineense seja atribuída a qualquer um que nasça, passe duas horas ou simplesmente espirre na Guiné.
- Quando fores eleito deputado à Assembleia da Guiné, festeja erguendo uma bandeira portuguesa.
Até agora ninguém conseguiu passar do primeiro objectivo. E tu, aceitas o desafio?"
BF


sábado, 5 de outubro de 2019

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

O pugilista

A imagem pode conter: 1 pessoa, a sorrir, em pé e ar livre


A recuperação das dores musculares do primeiro-minúsculo foram céleres em demasia. 

Esperemos que tenha comprado uma pomada extra para domingo.

Quem se mete com o PS leva.






terça-feira, 1 de outubro de 2019

A democracia repugna

 "A democracia repugna às nações ocidentais da Europa educadas pelo catolicismo que, na pureza da sua índole, é o tipo da monarquia representativa. Seria preciso ignorar a imensa influência que as religiões têm no desenvolvimento intelectual e moral das grandes famílias humanas, na formação lenta da sua índole particular, para não perceber quão difícil é dar um carácter, não só novo, mas até oposto, ao seu organismo social e político".

(escreveu Herculano em 1870 numa carta a Oliveira Martins)





quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Papagaio-Mor









Papagaio-Mor

De selfie doirado

Leva-me estas armas

Para o local aquartelado.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

sábado, 21 de setembro de 2019

E não tendes vergonha de ir votar?



A imagem pode conter: céu, árvore, nuvem, planta, relva e ar livre

 Instituto de oncologia feito pelo ditador.


Os democratas umas dezenas de anos depois metem as crianças em contentores.


E não tendes vergonha de ir votar?

FNG





domingo, 15 de setembro de 2019

Salazar e a França



Salazar e a França

No capítulo da "Histoire des Idées Politiques" dedicado a Portugal, referem os autores a "referência Salazar" e acrescentam: "o elogio de Salazar é tradicional em certos meios da direita francesa e os livros à glória de Salazar não têm conta". Certamente nenhum outro país dedicou tanta atenção e admiração pelo Chefe português como a França. Para todos os efeitos, as claques políticas da direita francesa não diferenciavam da portuguesa, desde os monárquicos tradicionalistas, aos conservadores desencantados e aos nacionalistas autoritários.

Os maurrasianos jamais esmoreceram no entusiasmo ao regime que parecia concretizar as premissas do velho mestre da Action Française. Nem deixou o próprio Maurras de encontrar virtudes, tal como encontrara em Pétain. Mas Salazar era diferente, era a alternativa eficaz e coerente ao demo-liberalismo, no fundo uma articulação possível do constitucionalismo e do sistema representativo com as tendências autoritárias, encontrando ali justificação filosófica a um conservadorismo de base católica e anti-liberal. Regime que Jacques Bainville descreveu como uma "ditadura de professores", formulação lapidar dada a especificidade social do escol do regime composto sobretudo por professores universitários.

Serão maurrasianos os mais fascinados, desde Massis, que entrevista várias vezes Salazar, dizendo: "Aux noms de ces bienfaiteurs, je tiens à ajouter celui du Dr. Salazar car c'est au Portugal, c'est à la très noble nation à laquelle M. Salazar a donné sa personne (...)", a Ploncard d'Assac que escreverá uma biografia sobre o Chefe do regime português. No pós-guerra, a direita gaulista tecia rasgados elogios ao Professor de Coimbra. O próprio de Gaulle não escondia tão pouco a admiração. Paradoxo que levava a extrema-esquerda francesa a estabelecer um paralelo entre os dois. Para a oposição, o gaulismo mais não era do que um salazarismo adaptada a estruturas liberais, aliás muitas vezes salientando a "deriva salazarista" do general De Gaulle. Comparação implícita também feita por Helmut Schmidt.

A admiração da direita francesa encontrou talvez a mais elevada representação com Christine Garnier. O livro "Vacances avec Salazar" revela-se mais do que um testemunho, mas uma imagem de compaixão, de humanização, de revelação do homem por detrás do poder.

Nem seria inusitado referir, como Miguel Ayuso, relativamente aos regimes ibéricos, que estes realizavam uma formulação da "democracia-cristã autoritária". Era a aplicação da doutrina dos Papas sociais enquanto alternativa quer ao socialismo quer ao capitalismo: sistema constitucional autoritário, congregador, hierárquico, corporativo, católico, harmonizador e patriótico. Aliás, na senda do que referira também o insuspeito Oliveira Marques, quando caracterizava o Estado Novo como uma terceira via entre os regimes socialista do leste e os regimes demo-liberais do ocidente.

Especificamente, no pós-Concílio Vaticano II, também um baluarte da resistência contra a mudança perpetrada no seio da própria Igreja (como João Medina não deixou de referir), homens como Léon de Poncins não escondem o amor pelo Chefe português, o espírito da resiliência num mundo em acelerada mudança e da resistência católica tradicional e dos críticos do demo-liberalismo.

O salazarismo não encontrava fronteiras e, talvez, entre os maiores admiradores, tenham estado exactamente os intelectuais da direita francesa.

DS



quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Adivinhe quem é o morto!

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Frota Funerária à porta da Assembleia da República.  



sexta-feira, 23 de agosto de 2019

A história de Portugal


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segundo os comunas e os socialistas...



quarta-feira, 14 de agosto de 2019

A tempestade perfeita




O exilado não se enganava

Do livro de João Medina sobre o exílio português de Ortega y Gasset. 
O exilado não se enganava.
JG
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