terça-feira, 7 de agosto de 2018

domingo, 5 de agosto de 2018

O "humanismo"




"Em retrospectiva, verifica-se que o "humanismo" tem sido a mais mortal de todas as filosofias que a humanidade inventou."

AM



Um Regime ao Luar



sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Quando um regime descamba


"Quando um regime descamba nunca é um moderado que resolve o problema."

JF



sábado, 28 de julho de 2018

A tradição



"A tradição não é o passado, é o que não passa."


"La tradition n'est pas le passé, c'est ce qui ne passe pas."



Dominique Venner


Os Remarx de Abril


A vender Portugal aos pedaços desde 1974...


sexta-feira, 27 de julho de 2018

Reféns de um Líder


Nascimento: 28 de abril de 1889, Vimieiro
Falecimento: 27 de julho de 1970, Lisboa


"Há 48 anos reféns de um Líder.
Descanse em paz, garanto-lhe que o Grande Portugal com que sempre sonhou voltará. Fica a promessa.
Obrigado Professor."

AGR



quarta-feira, 25 de julho de 2018

Erroneamente

"O homem erroneamente matou Deus em vez do Estado. Agora Deus está morto, o Estado está mais poderoso do que nunca, e o homem tornou-se em uma vítima desprotegida com Deus não mais ao lado do homem."

AM





sexta-feira, 20 de julho de 2018

A Conversão da Rússia



 100 mil pessoas em peregrinação pelo centenário da execução dos Romanov. 

Mais de 100 mil russos fizeram uma peregrinação de 21 km's até Ecaterimburgo para relembrar a Família Imperial Russa, assassinada há 100 anos pelos comunistas. As pessoas carregaram cruzes, ícones e cantaram durante as 4 horas que durou a caminhada até ao local onde decorreu a execução e depois até onde os corpos foram escondidos, na esperança de nunca mais serem encontrados.




segunda-feira, 16 de julho de 2018

A Europa perdeu hoje...


Sabe aquela imagem do Francês típico, de boina, com camisa listrada, lenço no pescoço, suspensórios, bigode fino, segurando uma baguete e a fumar um cigarro? 

Não existe mais, a imagem do Francês típico agora é esta..

RC








segunda-feira, 9 de julho de 2018

Valle de los Caídos



"Em pequeno, com os meus pais, visitei o Vale. Num dia desses, em Madrid, Franco anunciou a passagem de testemunho, após a sua morte, para o pai de Felipe VI, restaurando a monarquia dos Bourbon que exilara.

O Vale dos Caídos é um monumento impressionante (a última memória que tenho dele é de vê-lo da estrada) a um momento da história de Espanha. Como a história não se apaga, e os palhaços ignoram a história, Franco não emudece se mudar de sítio porque certamente, lá onde quer
 que esteja, consideraria sempre desprezíveis gnomos político-administrativos como este Sanchez sem biografia ou história, boa ou má.

Franco filia-se numa história imperial gloriosa por onde passámos, servis e atracados, durante umas décadas. Os Filipes, sobretudo o primeiro, gostava disto e respeitava isto. Franco menos, mas tínhamos Salazar para evitar tentações.

A fragmentação identitária da Espanha, que uns e outro procuraram suster, é o bálsamo político destes idiotas. Que lhes faça a todos bom proveito."


JG


"Visitei o Vale dos Caídos na minha adolescência. Guardo igualmente a recordação de um lugar impressionante, onde a memória da guerra civil se encontra sempre presente, com os túmulos de Franco e Primo de Rivera lado a lado. 

Franco, mesmo depois de décadas a governar Espanha, quis ser enterrado no Vale dos Caídos, querendo que a posteridade o recordasse apenas como o vencedor da guerra civil espanhola. 

Parece que quando morreu propuseram um brinde a Felipe González, que respondeu não ter qualquer prazer em festejar a morte de um único espanhol. Mas Pedro Sánchez, o imitador de Costa, é pequeno de mais para gestos destes. Como se não lhe bastassem os conflitos da Espanha actual, acha que deve é bater em mortos e ajustar contas com o passado. 

D. Quixote e a sua luta contra os moinhos de vento continua a representar bem o espírito espanhol. Pelo menos dos socialistas lá do burgo."

LML





Para o Panteão!





Foge Cão, que te levam para o Panteão!


Matrix - A sociedade digital



quarta-feira, 4 de julho de 2018

O fim da blogosfera?

"O voto amanhã no Parlamento Europeu sobre uma proposta de "regulação" da Internet vem na senda do comunismo galopante que a União adopta no campo do Direitos de Autor e conexos, sempre bem alimentada pelos lobis das grandes editora discográficas, das Socidades Portuguesas de Autores e congéneres e das cada vez mais desorientadas associações de imprensa. 
Lembram-se da taxa da Cópia Privada que todos pagamos para alimentar uns inúteis nessas associações? Vem aí pior.
A União Europeia quer instituir a pré-Censura pelos operadores de plataformas como o YouTube ou o Facebook. Se publicarem um conteúdo que um algoritmo decidir que não podem publicar porque em teoria corrompe um direito de autor qualquer, ficam à partida impedidos. É o sonho de qualquer comunista: controlar o que se publica a bem de só permitir o que o estado autoriza. Um lápis vermelho em cada website com respectiva multa para assustar. 

Portanto morrem as pequenas plataformas que não têm como implementar os filtros censores e fica o Google e o Facebook a mandar nisto - a ironia de estar aqui a escrever, eu sei.

Noutro artigo querem instituir a taxa do link para que se partilharem pequenos excertos de notícias esses possam permitir ao originário autor cobrar uma taxa. Em tempos de fale News é mesmo isso que precisamos: que se dificulte a publicação de notícias de fontes fidedignas e se deixe o mercado para os sites manhosos e, quiçá, patrocinados sem imposto dos links pelo estrangeiro.

A experiência diz me que este tipo de legislação é adorado em Bruxelas onde os cidadãos perdem sempre estás batalhas contras os interesses corruptos das entidades que dispõem de milhões de euros para advogar os seus argumentos."

MS


domingo, 1 de julho de 2018

O espectáculo é parte da sociedade

"Andava Marcelo a acabar o 1.º ano de Direito quando o marxista Guy Debord publicou "La Societé du Spectacle". A tese é conhecida: o espectáculo é parte da sociedade, a própria sociedade e o seu instrumento de unificação. Veja-se o caso português. Talvez fosse de supor que numa nação velha de 9 séculos os seus nacionais estivessem ligados por laços de história, identidade, o sangue e o solo — que fossem uma comunidade de destino, enfim. Nada disso. O cimento que nos une é a selecção, o Ronaldo, os Xutos e o Zé Pedro. Todos vedetas. O regime adoptou a forma de uma ditadura do vedetariado. A Madonna manda, o Medina obedece. Os portugueses andam por aí e não me deixam mentir. Se lhes falarmos de Afonso Henriques, franzem a testa. Ao nome de Afonso de Albuquerque arregalam os olhos. Se dissermos Camões, bocejam. À menção de Gama, vomitam. Os Descobrimentos foram uma vergonha a merecer um pedido de desculpa aos povos oprimidos. Ainda bem que vivemos na sociedade do espectáculo. Sem a Madonna, o Rock in Rio e o Mundial de futebol nem sequer seríamos propriamente um país."

BS