"Represento uma política de verdade e de sinceridade, contraposta a uma política de mentira e de segredo. Advoguei sempre que se fizesse a política da verdade, dizendo-se claramente ao povo a situação do País, para o habituar à ideia dos sacrifícios que haviam um dia de ser feitos, e tanto mais pesados quanto mais tardios. Advoguei sempre a política do simples bom senso contra a dos grandiosos planos, tão grandiosos e tão vastos que toda a energia se gastava em admirá-los, faltando-nos as forças para a sua execução.
Advoguei sempre uma política de administração, tão clara e tão simples como a pode fazer qualquer boa dona de casa — política comezinha e modesta que consiste em se gastar bem o que se possui e não se despender mais do que os próprios recursos"
António Oliveira Salazar
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
O meu sonho é morar numa favela
Quem vai tirar milhões de brasileiros da pobreza? O socialismo ou o capitalismo?
Enquanto isso, o setor de saneamento básico que é monopolizado pelo estado há séculos, ainda é apenas um sonho para os mais pobres. Pois é, os fabricantes de TVs de Plasma conseguiram fazer em 10 anos o que o estado nunca conseguiu.
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Era uma vez na América
Aqui está
o reflexo das políticas obamaniacas carregadas de socialismo e
keynesianismo.
Qual disneyland qual quê
Nós somos é mais troikaland...
O Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro contratou dois jovens de 21 e 22 anos para acompanhar a execução de medidas do memorando de entendimento com a troika.
Os jovens recém-licenciados foram contratados pelo Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Carlos Moedas, em Março deste ano, mediante o pagamento de um salário de quase mil euros, como consta do despacho n.º 4109/2013, do Diário da República.
aqui
O Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro contratou dois jovens de 21 e 22 anos para acompanhar a execução de medidas do memorando de entendimento com a troika.
Os jovens recém-licenciados foram contratados pelo Gabinete do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Carlos Moedas, em Março deste ano, mediante o pagamento de um salário de quase mil euros, como consta do despacho n.º 4109/2013, do Diário da República.
aqui
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Eurostat revê as contas públicas de 2012
PORTUGAL EM 2012
PIB: 165 107 M€
Despesa: 78 260 M€
Receita: 67 528 M€
Défice: 10 732 M€ (6,4% do PIB)
Dívida: 204 844 M€ (124% do PIB)
Baixar o défice dos 10 mil milhões sem extraordinarices para 7 ou 6 mil milhões é um verdadeiro suplício. Não se consegue de jeito nenhum.
2013 será uma réplica.
Tiago Mestre
O CES, os adjetivos e as contas
Ouço e leio palavras vindas do Conselho Económico e Social na imprensa que cheiram mais a adjetivos do que a factos. Já nem falo em apresentarem soluções porque isso é exercício a que todos se escapam.
Parece que para o CES, baixar salários na função pública a partir dos 600€ é inaceitável.
Será tão inaceitável como termos mantido sempre as despesas superiores às receitas ?
Será tão inaceitável como termos elevado o endividamento de forma constante desde os anos 80 ?
O que é que é então inaceitável?
É que baixar salários e pensões é tão só uma consequência das verdadeiras causas, essas sim, inaceitáveis, como as que referi acima, que foi terem subido estes rendimentos sem suporte económico real.
Querem mudar para o escudo e desvalorizar a moeda em vez de desvalorizar os salários? Vamos a isso. Mas como?
Li também este fim de semana do pessoal que é contra a austeridade que o valor total das medidas, aumento de receita e corte da despesa, roça os 20 mil milhões de euros desde 2011, e a redução do défice apenas se cifra em 4 ou 5 mil milhões de euros.
Ou seja, a austeridade não presta porque os resultados são bem magros.
Os resultados são magros mas não é porque a austeridade não presta. O ponto de partida é que é miserável. E o PSD-CDS tem culpas no cartório, porque essa malta vendeu a ideia de que isto era um passeio pelo parque. Não é nem nunca será.
Ao ponto ridículo a que chegámos, em que a economia privada está totalmente dependente da economia pública, vulgo terciarização do mercado de trabalho, se esta espirra a outra apanha logo uma pneumonia. Nem é sequer uma constipação, tem que ser logo antibiótico para cima.
Foi isto que a sociedade não quis ver e foi isto que a classe política não quis nem acreditar nem explicar ao pessoal.
Ficámo-nos pelas mentirinhas e omissões da treta. Umas gordurinhas aqui e acolá e pronto, prova superada.
O que era preciso era fazer umas contas, nada de muito complicado, e rapidamente se chegava à conclusão de que por cada € de despesa pública retirado à economia era bem provável que 1€ ou mais desaparecesse do PIB.
Conhecendo a fórmula do PIB = cons público + privado + Investimento + exportações - importações
E conhecendo o peso de cada parcela nos últimos anos, dava para perceber que a coisa não seria fácil.
E conhecendo o peso de cada parcela nos últimos anos, dava para perceber que a coisa não seria fácil.
Por outro lado, a fórmula do défice, muito usada no mundo, também é sacana porque está denominada em PIB, ou seja, se o PIB baixa mais depressa do que o défice, o rácio continua a subir, mesmo com o valor real do défice a descer:
Défice = (receitas - despesas) / PIB
Se o défice em 2013 ficar pelos 5,9% do PIB, ou seja, a roçar os 9,5 mil milhões de euros, tal significa que mesmo descontando todos os juros que iremos pagar, aproximadamente 8 mil milhões, ainda ficamos em défice, o que só demonstra a dificuldade que é fazer austeridade sem desvalorização monetária e querer continuar a pagar tudo.
A Despesa caiu do pico de 90 mil milhões em 2010 para 80 mil milhões em 2012. Obra do Gaspar.
E a receita, apesar dos sucessivos aumentos de impostos, não ultrapassa os 72, 73 mil milhões de euros. É o máximo que as empresas e as pessoas conseguem entregar ao Estado.
Pelo andar da carruagem, o que escrevi há 2 e 3 anos de forma exaustiva continua, INFELIZMENTE, bem real:
Para que o défice venha para zero, o encontro entre as despesas e as receitas será já num valor em que a economia pública e privada estarão numa condição que no dia de hoje ainda é inimaginável para nós.
Cheguei a dar o palpite de 50 mil milhões (posso muito bem estar enganado porque o valor é ao calhas), mas estão a ver o que é a despesa do Estado ter que cair ainda mais 30 mil milhões? Eu não estou a ver.
Tiago Mestre
domingo, 20 de outubro de 2013
Obama care about you
Dennis Miller
sábado, 19 de outubro de 2013
No dia em que se gritou muito pela palavra fassista
"Eu ainda vivi no tempo de Salazar, portanto sou testemunha ocular, por assim dizer.
Ao contrário do que se diz por aí, o Estado Novo não era totalitário. Basta ler Hannah Arendt para se ficar a saber a diferença entre o totalitarismo, por um lado, e o autoritarismo, por outro lado. O Estado Novo foi um regime autoritarista, e não um totalitarismo como aconteceu na Alemanha nazi e/ou na URSS.
O regime de Salazar começou por ser uma ditadura corporativista, e por isso conseguiu o apoio de muitos monárquicos absolutistas da linha de D. Miguel I, e que se posicionavam contra o liberalismo monárquico de D. Pedro IV (D. Pedro I do Brasil) e contra a monarquia constitucional liberal do século XIX. Mesmo alguns membros do integralismo monárquico lusitano foram enganados por Salazar que os convenceu de que era monárquico.
O corporativismo foi defendido por gente insuspeita de ser totalitária, como por exemplo Durkheim (o fundador da sociologia) ou Tocqueville — e mesmo a filosofia distributivista de G. K. Chesterton foi, em grande parte, corporativista. O corporativismo pode ter duas fontes ideológicas diferentes: ou Rousseau (através do conceito de “vontade geral”) ou Locke. Tanto Durkheim como Tocqueville e G. K. Chesterton defendiam um corporativismo fundamentado em Locke.
Infelizmente, o corporativismo de Salazar era fundamentado em Rousseau (através do conceito abstracto e politicamente arbitrário de “vontade geral”), e por isso trazia consigo já as sementes do absolutismo político republicano que, de certa forma, substituiu a monarquia absolutista portuguesa desde o tempo de D. João V até à revolução liberal e maçónica de 1820.
Nós devemos analisar um regime político através dos factos que produz, e só depois devemos tentar enquadrá-lo em uma determinada ideologia política. Ora, o que se faz hoje é exactamente o contrário: primeiro cola-se um rótulo ideológico a um determinado regime político, e depois cria-se uma narrativa que tenta justificar a atribuição prévia desse rótulo ideológico: é o que se passa quando se diz que “o Estado Novo foi um fascismo”.
O nazismo foi um regime totalitário que se distingue de um autoritarismo Salazarista — ler Hannah Arendt e o seu livro “Entre o Passado e O Futuro”."
Orlando Braga
Roubo, Perfídia e Traição
"Os
maçons ajudam-se uns aos outros como numa família."
- António
Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano
É evidente
hoje, face à quantidade de provas e dados disponíveis, que a Maçonaria possui
uma acção coordenada, centralizada e militante a nível político-social, de
forma a poder atender aos seus interesses corporativos.
Uma das estratégias mais comuns que a Maçonaria utiliza de forma a atingir os seus objectivos é a infiltração das posições de destaque na sociedade civil com pessoas a si ligadas. Oficialmente, a Maçonaria nega a perfídia que fica patente nas suas acções, justificando as mesmas em nome da gasta e utópica trilogia da "Liberdade, Igualdade e Fraternidade". Porém, o facto é que por toda a Europa, a Maçonaria foi durante séculos perseguida e escorraçada, precisamente por esta não passar de uma seita que em nome do "bem colectivo" serve os seus próprios interesses e atenta contra o bem-estar e interesse colectivo dos povos europeus. A Maçonaria constitui uma autêntica organização criminosa e a mesma só poderá ser eficazmente combatida se o povo tiver uma noção minimamente realista daquilo que em Portugal já andamos a enfrentar desde o início do século XVIII e que se transformou entretanto num autêntico cancro nacional que trespassa por completo a sociedade civil, ameaçando tudo e todos.
Mais do que qualquer outra sociedade secreta ou organização, é a Maçonaria (existente desde pelo menos 1717) que tem estado activamente por detrás de todos os males e horrores que têm atingido Portugal desde o início do século XIX.
Quando os soldados de Napoleão invadiram Portugal, saqueando, matando e violando, a Maçonaria portuguesa prontificou-se a apoiar a invasão. O General Junot foi até recebido em Sacavém como um"libertador" por uma delegação da Maçonaria portuguesa que aparentemente não viu qualquer problema em apoiar uma invasão estrangeira e criminosa da sua própria pátria.
A barbaridade que os exércitos de Napoleão trouxeram a Portugal saldou-se num número de mortos que ronda os 200.000 a 300.000 cadáveres, tendo esta sido a pior invasão a que Portugal alguma vez foi sujeito. Infelizmente a memória popular é demasiado curta para se recordar destes horrores...
A derrota dos exércitos de Napoleão em lugar de levar ao colapso das lojas maçónicas que o apoiaram, levou a uma multiplicação das mesmas. Apercebendo-se do iminente "perigo maçónico" e de forma a evitar que a praga ficasse fora de controlo, o Rei D. João VI publicou a 30 de Março de 1818 um Alvará em que determinava a proibição das sociedades secretas, entre as quais se incluía obviamente a Maçonaria devido ao apoio que esta dava a actividades subversivas que lesavam os interesses de Portugal. Apesar de se justificar, o Alvará de D. João VI pecou por vir tarde demais e numa fase em que a infiltração da Maçonaria já tinha atingido a própria Corte, no seio da qual existia uma loja maçónica e cuja revelação terá surpreendido o próprio Rei. O facto da Maçonaria já estar nesta altura infiltrada na própria Corte do Rei é bem revelador da sua eficácia e capacidade de infiltração. D. João VI ordenou em consequência que a loja maçónica existente na Corte fosse imediatamente extinta, com base na justificação de que esta conspirava "contra o seu governo", porém, era tarde demais, a Maçonaria por esta altura já tinha conquistado posições-chave tanto na Corte como nas Forças Armadas e o caos violento que se seguiu foi a prova disso mesmo.
Entretanto, no Brasil a Maçonaria intensificava a sua actuação e o regresso do Rei D. João VI a Portugal em 1821 deixou-lhe o caminho livre para influenciar o Infante D. Pedro que foi iniciado na Maçonaria a 2 de Agosto de 1822 na loja Comércio e Arte, tendo adoptado o nome de "Irmão Guatinozin", o último Imperador dos Aztecas. D. Pedro terá sido atraído para esta organização por José Bonifácio de Andrade, também ele maçon e um dos cérebros por detrás da independência do Brasil.
A incapacidade do Governo em Lisboa para se impôr, levou ao célebre "grito do Ipiranga" em 1822. Iniciava-se assim a derrocada do Império Português, pela mão da mesma Maçonaria que o senhor Rei D. João VI tinha já anteriormente identificado como criminosa e conspirativa.
Mas a nossa desgraça às mãos da Maçonaria não se ficou por aqui, antes assim fosse!
Em 1828, as cortes aclamaram D. Miguel como o legítimo Rei de Portugal e declararam como ilegítimos todos os actos praticados por D. Pedro em relação a Portugal. Legalmente, esta decisão era mais do que válida, pois ainda se encontravam em vigor as Leis Fundamentais do Reino que estipulavam claramente que qualquer princípe que se tornasse soberano de um Estado estrangeiro e/ou levantasse armas contra Portugal perdia automaticamente o direito à Coroa portuguesa.
D. Pedro, não aceitou esta decisão das Cortes - jurídicamente fundamentada - e decidiu mais uma vez levantar armas contra Portugal, dando-se assim início à Guerra Civil Portuguesa, conflito este em que a Maçonaria mais uma vez participou, nomeadamente através do financiamento do Exército Liberal que devastou um Portugal que se encontrava à época já financeiramente arruinado.
A Maçonaria prosseguiu as suas acções de forma praticamente impune durante o restante século XIX, tendo sido a "mão invisível" por detrás de quase todos os problemas e escândalos que afectaram a monarquia constitucional. Como se isto não bastasse, foi a Maçonaria que assassinou o Rei D. Carlos e o seu filho em 1908 (através da mão da Carbonária) e foi a Maçonaria que esteve por detrás do golpe de Estado que implantou a República em 1910.
Apenas a partir de 1926 é que a Maçonaria começou a enfrentar restrições sérias e o Estado Novo que se consolidou em 1933 foi, de facto, o único regime em toda a história de Portugal que conseguiu enfrentar e combater a Maçonaria com relativo sucesso (por algum motivo a Maçonaria odeia tanto a "longa noite fascista"...).
António de Oliveira Salazar, apercebendo-se do caminho desastroso para onde a Maçonaria havia discretamente conduzido Portugal ao longo de mais de um século, determinou em 21 de Maio de 1935, através da Lei nº 1901, que a Maçonaria e todas as suas associações congéneres fossem proibidas.
Com imenso sacrifício e esforço, Salazar e o seu regime conseguiram libertar-nos da pestilência maçónica durante 48 anos. A sociedade e as Forças Armadas foram durante este período "esterilizadas" tanto quanto foi possível da influência maçónica e goste-se ou não de Salazar e do Estado Novo, todos os portugueses com o coração no sítio certo devem-lhe este serviço.
Entretanto, no exílio vários maçon's portugueses (da direita à esquerda) conspiravam activamente para tomar o poder em Portugal e tentavam por todos os meios frustrar o esforço de guerra que Portugal levava a cabo no Ultramar.
A oportunidade de ouro para a Maçonaria portuguesa surgiu com o 25 de Abril de 1974, quando regressou a maldita partidocracia e a Maçonaria voltou a ter novamente o caminho livre para operar e conspirar contra todos nós sem restrições de qualquer tipo.
O "belo" resultado de se ter permitido o regresso em forte desta maléfica organização está agora bem à vista de todos... os tribunais, os partidos políticos e as universidades estão literalmente sequestrados por esta gente que em nome do interesse dos outros se serve a si mesmo. Financeiramente, colocaram Portugal nas mãos do pior tipo de agiotas internacionalistas e têm levado a cabo uma autêntica lavagem cerebral no povo através dos meios de comunicação social que desde há muito tempo se transformaram quase todos em porta-vozes da Maçonaria.
Estou certo de que enquanto não for quebrada por completo a influência da Maçonaria na sociedade portuguesa, jamais poderemos sair do atoleiro em que nos encontramos.
Combater a Maçonaria é algo extremamente dificíl porque esta centra a sua acção no âmbito do tráfico de influências num ambiente de anonimato e secretismo. Por outro lado, a Maçonaria tem também uma estrutura preparada e organizada para resistir a tentativas de ilegalização e perseguição, tudo isto transforma qualquer tentativa de destruir a Maçonaria pela via legal, numa tarefa praticamente impossível. Basta ter-se em atenção que já houve inúmeras tentativas de ilegalização da Maçonaria um pouco por toda a Europa ao longo dos séculos e até hoje nenhuma resultou como deveria.
A Maçonaria apresenta uma actuação idêntica à de um grupo terrorista, pois ela actua na sociedade através do mais absoluto secretismo e organizada com base numa estrutura celular (células terroristas). Por tudo isto se pode afirmar que um maçon é um terrorista cultural e social e uma sociedade em que a Maçonaria consiga prevalecer é uma sociedade que rapidamente será tomada por um nepotismo político e ideológico como aquele em que já estamos efectivamente a viver.
A única
forma de eficazmente conseguir combater a Maçonaria é recorrendo aos mesmos
métodos de terrorismo social e cultural que a mesma utiliza. No entanto, em
primeiro lugar é necessário que seja o próprio povo português a tomar
consciência da gravidade do problema que temos em mãos e a arrancar o poder das
mãos desta autêntica máfia parasitária que transformou Portugal no seu ninho de
reprodução e nos toma a todos por idiotas. Por tudo isto é imperativo que o
povo deixe de votar e apoiar partidos políticos e organizações (sejam de
direita ou de esquerda) que servem de "trampolins" aos interesses da
Maçonaria. Não votem em maçons e denunciem-nos sempre que puderem e
conseguirem, pois só assim poderemos erradicar este mal de uma vez por todas.
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João José Horta Nobre
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