sábado, 8 de março de 2014

As 4 maneiras de gastar dinheiro



Quando se consideram a quem pertence o dinheiro, e em benefício de quem se gasta o dinheiro, há 4 maneiras diferentes de gastá-lo:
1) Gastar o próprio dinheiro em benefício próprio. Por exemplo, comprar um carro para o próprio uso. Neste caso, importam o preço e a qualidade da mercadoria. Veja o esquema abaixo:

2) Gastar o dinheiro dos outros em seu próprio benefício. Por exemplo, despesas de viagens pagas pela empresa.  Normalmente está mais interessado na qualidade do que no preço.
3) Gastar o seu dinheiro em benefício dos outros. Por exemplo, quando escolhe o presente de amigo secreto da firma. Está muito mais interessado no preço que na qualidade do produto.
4) Gastar o dinheiro dos outros em benefício dos outros. Este é o governo. O interesse na qualidade e no preço é baixo.
O gênio capaz de expor um assunto tão complexo de forma tão simples chama-se Milton Friedman, um dos mais, senão o mais, proeminente economista liberal do século XX. 

Este esquema foi apresentado em uma longa entrevista concedida para a Fox News em 2004, cuja 
transcrição está 
aqui.

A história que não ensinaram às mulheres...




Uma questão que toda mulher deveria se colocar antes de aderir à data de hoje é por que o dia internacional da mulher é comemorado no dia 8 de março, data escolhida por Lenine e oficializada em reunião da Segunda Internacional, e não no dia 3 de março, no dia 28 de fevereiro ou em outras datas que ficaram marcadas por manifestações espontâneas de mulheres livres (mesmo quando erradas) nos Estados Unidos e na Europa?

A finalidade de Lenine era criar um simbolismo e uma narrativa que justificassem sua intenção de OBRIGAR a mulher russa a abandonar os cuidados do lar e ir para o chão das fábricas, independentemente de suas preferências e escolhas individuais. É esse dia criado pela engenharia leninista que muitos comemoram hoje como uma grande conquista, e eu não creio que seja assim tão difícil perceber que o espírito originário da data continua vivo e que "as mulheres", essa abstração coletiva, continuam sendo em larga medida instrumentalizadas por interesses que não necessariamente são os seus — e o pior é que mulher alguma pode dizer algo contra isso sem que logo seja chamada de uma porção de impropérios por aqueles que supostamente defendem a autonomia das mulheres.


Filipe G. Martins

A toca americana



A nação americana foi tomada por loucos... e a solução é criar guerras?


O poder extra do urso russo

Russian Dollar Dump Could Crash Financial System


Economist John Williams says if Russia sells its U.S. dollar holdings, it could trigger hyperinflation.  Could it collapse the financial system?  Williams contends, “Yes, it certainly has a potential to do that.  Looking outside the United States, there is something over $16 trillion in cash, or near cash.  That’s about the same size as our GDP.  . . Nobody has wanted to hold the dollar for some time.  The dollar, fundamentally, is weak.  It couldn’t be weaker.  All the major factors are against it.  It’s just a matter of what would trigger the massive selling.  Nobody wants to hold it.  The Russians start selling, and you have China indicating a general alliance here in terms of what’s transpiring.  If the rest of the world believes this is what’s going to happen, people who have been wanting to get out of the dollar for some time very easily could front-run the Russians.  The scare is on.  People will try to get out of it as rapidly as they can.

sexta-feira, 7 de março de 2014

SOS Venezuela


milhares de portugueses residem na Venezuela... 



A ciência económica



1º Nada é puramente chinês ou português. O padeiro de Vila Real se calhar compra a farinha numa casa no Porto, cujo a moagem é feita com trigo vindo dos EUA. É a globalização... Ainda bem. Todos a ganhar.

2º A tua boina, a minha camisa "Sacoor", são feitas na China, dão emprego a muitos chineses, tiram muita gente da pobreza. Está criar uma classe média nesse país que começa a comprar os sapatos portugueses de grande qualidade e caros. A maior exportação de sapatos caros portuguese é hoje em dia para a China. Também os vinhos... Olha os impostos que os chineses pagam a Portugal por consumirem vinho e sapatos. Os impostos, hoje são mais de um lado, amanhã são mais do outros, mas o importante é se o mundo está melhor, se existe mais bem-estar.


3º Temos que ser sentimentais em relação a todos os seres humanos. Temos que ser sentimentais em relação à nossa região e ela será mais rica se tiver mais incentivo para inovar e esse pode vir do rácio preço/qualidade e não da proteção e da redoma de vidro que não deixam ninguém crescer. Veja-se a indústria portuguesa no tempo de Salazar, e desde sempre, nunca foi competitiva, porque sempre foi protegida. As nossas exportações sempre forem inferiores às importações nos últimos 3 séculos. Tirando alguns anos pelo meio. Como agora... Os nacionalismos dão em atrasos da economia, porque a própria indústria fica atrás das suas congéneres internacionais.


4º Se os britânicos, por absurdo, odiarem a Grã-bretanha, não vão deixar de pensar no rácio preço/qualidade e o resto é conversa.


5º Valor sentimental. Razão/emoção. Tudo pode acontecer, mas acredita que o que pode trazer mais riqueza a um país e a todo mundo é a liberdade de opções das pessoas. Pelo mesmo valor as pessoas compra o que é do vizinho, o que é nacional.


6º A massa monetária mais não é do que um bem. Dinheiro serve para facilitar as trocas. É um bem. A massa monetária que os chineses ganham, como te disse acima serve para duas coisas: poupar e consumir. Os chineses cada vez utilizam menos os lucros para poupar e reinvestir, e consomem cada vez mais. Consomem produtos caros portugueses. Podem ainda ser as classes mais abastadas e o índice de Gini ainda estar elevado, porque a tendência é para aumentar numa economia em desenvolvimento e começar a baixar numa economia madura. Mas numa economia quase 100% planificada, como a chinesa, é sempre difícil dizer se isso vai mesmo acontecer...


7º Mesmo que um país seja menos competitivo que outro em todos os produtos que fabrica, mesmo assim existe na mesma lugar ao comércio internacional. É a lógica. São as vantagens comparadas de David Ricardo. Deve-se especializar nos produtos de maior valor acrescentado e todo mundo fica a ganhar. É matemática. É lógica. facilmente comprovada por meros números num quadro, onde se verificam os custos, a produtividade através de trabalho e capital utilizado.


8º Existe aquilo que se vê e o que não se vê. Aos sermos racionais nas nossas escolhas, parece que estamos a prejudicar alguém. Mas a lógica da economia é todos a ganhar e não um perde o que o outro ganha. Existe aquilo que não se vê... ao termos esta postura estamos a incentivar a indústria a inovar e melhorar, crescer e ter uma grande longevidade, muito emprego e ao mesmo tempo consumirmos produtos mais baratos e de melhor qualidade. Por alguma razão nós hoje vivemos muitíssimo melhor que o último rei de Portugal... Se somos mais felizes? Isso é diferente. A felicidade está dentro da nossa mente... e sobre isto também a ciência económica se debruça, tentando melhorar.


9º Aproveito para referir que todo o rendimento que for consumido não pode ser poupado e vice-versa. Seja ele: salários, juros, rendas e lucros. A poupança não é mais que o adiamento do consumo e outros vão consumir com esse crédito, dai a formação das taxas de juro dependem das preferências temporais dos agentes económicos e deveriam ser encontradas no mercado e nunca deviam depender dos bancos centrais que mais não fazem que manipular taxas de juros e criar com isso crises.


10º A ciência económica não é uma ciência exata, é uma ciência social. Logo não se pode basear no saber histórico, nas observações, no saber empírico, mas na lógica, no método dedutivo. A curva de Philips baseia-se em dados de 5 anos na Nova Zelândia, logo não pode ser generalizada. Como os ratinhos da nova zelândia se comportam em relação a determinado medicamento novo contra determinada doença pode ser aplicado a todos os ratos do mundo e depois ao Homem, desde que o ADN, etc não seja muito diferente para esse efeito.


 

A lógica fala-nos que todos os bens económicos são escassos.

A lógica diz-nos que à medida que aumentam os bens disponíveis, ou dinheiro, diminui o consumo e a poupança e investimento aumentam. E são criadas mais ferramentas para criar produtos cada vez melhores.


A lógica diz-nos que a roda criou mais riqueza, libertação de recursos e mais emprego qualificado.


A lógica diz-nos que PI, 3.14, relação entre o raio e a circunferência é igual em todo o universo. O número de Euler, etc


A lógica fala-nos na racionalidade do ser humano e de muitos animais, desde sobrevivência, aos primatas (Chimpanzés muitas vezes) que são mais sofisticados e provavelmente até caçam com paus que aguçam com os dentes e colocam nos buracos para caçar animais mais pequenos.


Logo se a lógica é ser-se racional. A lógica fala-nos de rácio preço/qualidade...


Paulo Monteiro Rosa

quinta-feira, 6 de março de 2014

Não, o problema não é falta de petróleo em Portugal




Eis como o socialismo conseguiu destruir a economia de um país que nada em petróleo...


Fila para comprar comida na Venezuela.

É o socialismo-comunismo-bolivarianismo do século 21, cheia de atraso e a miséria.



This Is A Food Line In Venezuela

People line up to buy food at a supermarket in San Cristobal, about 410 miles (660 km) southwest of Caracas, Feb. 27, 2014. U.N. Secretary-General Ban Ki-moon and Pope Francis called Wednesday for an end to violence in Venezuela that has killed at least 13 people and urged politicians to take the lead in calming the nation's worst unrest in a decade.
http://www.businessinsider.com/long-food-lines-are-in-venezuela-2014-2?utm_content=buffer6f5b6&utm_medium=social&utm_source=facebook.com&utm_campaign=buffer



É refresco


E aqui temos um país destruído pelo estado mas com um povo e corporações que quando sai as ruas... exige por mais estado.


Triste futuro que está ainda por vir com esta mentalidade (que só produz pobreza).

Os líderes socialistas do status quo ainda esfregam as mãos de contentes com o momentum pois este êxtase do presente, que nos é servido como novela pelos merdia, permite livrá-los incólumes de anos e anos de irrealismo que acabou com o país no buraco financeiro.

A culpa é de quem quer que seja menos de quem errou, de quem erra e de quem quer continuar errado. 


O encontro com a realidade tarda em chegar mas de minha parte a mensagem é simples e destinada para todos os que almejam por mais estado...



Malditos socialistas que arruinam o socialismo


Será que provisório é eufemismo para definitivo ?

Bem sei que o que lá vai, lá vai, mas ontem Passos Coelho mostrou que das duas uma, ou é naturalmente matreiro, ou então a política, pelas suas vicissitudes, cativa o pessoal a pensar e a ser dessa forma.

Penso que era já do conhecimento aqui do pessoal do blog que os tais cortes provisórios implementados há 2 anos tinham de tudo menos provisório. Pelas contas que aqui fomos fazendo, dificilmente se encontraria uma alternativa. Podemos barafustar que é injusto cortar aqui ou acolá, mas como tinha que ser feito em algum sítio, calhou a estes.

O problema aqui é que Passos Coelho sugeriu e fez eco da mensagem de que seria provisório. Ora, ficamos sem saber bem porque o fez:

1º Se estava genuinamente a pensar que seriam provisórios, das duas uma: ou as suas contas estavam erradas ou algo inesperado aconteceu pelo caminho

2º Se foi jogada política, então ele tinha a convicção desde o primeiro dia de que o provisório era um eufemismo para "quase definitivo", na esperança de suavizar a decisão no TC e não aviltar ainda mais os portugueses

Claro que todos se irão inclinar para a segunda hipótese, e eu também, mas a moral da história aqui é que mais cedo ou mais tarde, rasteiras destas pagar-se-ão caro, porque pelos vistos, para fazer passar políticas de austeridade, a única forma política de o fazer é enganando as instituições e os portugueses.

Provavelmente se não fosse assim não haveria outra maneira, mas o facto de se ter tentado por esta via, sabendo antecipadamente que os cortes têm que ser definitivos e não provisórios mas insistindo apenas na 2ª palavra, revela que a arte de fazer política apodrece nos corredores destas instituições, e o capital de confiança que o povo ainda dá a este pessoal é corroído dia sim dia também.

Passos Coelho fez uma campanha eleitoral em que intrujou a malta, prometendo facilidades, e sempre se esquivou à necessidade de saber se os cortes que tinham que ser feitos estavam dentro dos limites da Constituição.
Se fosse pessoa com convicções e coragem de as defender mesmo tendo muito a perder diria aos seus acólitos:
Alto e para o baile; enquanto não soubermos o poder que realmente temos para executar políticas de austeridade não vamos vender banha da cobra aos portugueses

Já estou a sonhar

Tiago Mestre

Os portugueses precisam de outros caminhos

no jornal I


Os portugueses não precisam da democracia para nada. Um país com quase 900 anos precisa apenas de olhar para a sua história e entender em que períodos históricos o país se deu bem. A democracia só serviu para partir a sociedade e o país.

A desigualdade

“O que sai da mão de Deus é ordenado. Ora a ordem implica uma hierarquia e, consequentemente, uma certa desigualdade”.

S. Tomás de Aquino

Putin, nobel da paz? E porque não...




quarta-feira, 5 de março de 2014

Os bancos não são essenciais

«Los bancos son intermediarios financieros: su modelo de negocio consiste en endeudarse para dar crédito, esto es, en coordinar a ahorradores e inversores. Sin embargo, ni los bancos son los únicos intermediarios financieros -los fondos de pensiones, los de inversión o los monetarios son otro tipo de intermediarios- ni los intermediarios financieros son la única vía de conectar a ahorradores con inversores: en ocasiones, unos y otros entran en contacto sin necesidad de ningún comisionista que les cobre por orquestar semejante mediación (es el caso de, por ejemplo, la adquisición directa de acciones o bonos en el mercado).

Nada hay, pues, en los mercados financieros que coloque a las entidades de crédito en una posición de preeminencia oligopolística: existen suficientes modelos de financiación alternativos como para que el capital pueda afluir a las empresas sin pasar necesariamente por la ventanilla de los banqueros.»


Juan Ramón Rallo

segunda-feira, 3 de março de 2014