domingo, 21 de fevereiro de 2016
sábado, 20 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Os mal-amados
Vladimir Putin, Presidente da Rússia, recebeu em Moscovo Viktor Orbán, Primeiro-Ministro da Hungria. Muito se poderia escrever sobre o encontro entre dois dos políticos mais mal-amados pela União Europeia, mas a curiosidade aqui é outra.
Se repararem, entre os dois políticos, encontra-se o monograma IHS. Trata-se de uma referência muito antiga, datada do séc. III, ao Santíssimo Nome de Jesus. Em grego aquelas são as primeiras três letras da palavra Jesus (Ἰησοῦς), ou seja 'Ἰησ'. Mais tarde o monograma foi adaptado para latim, significando 'Iesus Hominum Salvator' (Jesus Salvador dos Homens).
No Ocidente foi bastante usado por grandes santos, como: S. Bernardo de Claraval, Beato João Colombini, S. Vicente Ferrer, S. Bernardino de Siena e S. Inácio de Loyola.
Hoje em dia não estamos habituados a ver símbolos cristãos nos encontros entre os políticos do Ocidente. O politicamente correcto não permite. Ao menos estes dois não sofrem dessa doença.
Senza Pagare
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Engenharias Sociais
A percentagem de pobres mantém-se estável pelo menos desde 1974 quando o Estado gastava menos de 20% do PIB, em 1995 a taxa de risco de pobreza era de 23% para uma despesa do Estado de 42,6% do PIB e em 2014 era de 19,5% com uma despesa do Estado de 51,7% do PIB e a maioria desta despesa é do Estado Social.
O que isto significa é que apesar do aumento brutal da despesa do Estado em gastos sociais a pobreza mantém-se estável desde 74 e se não fossem essas transferências sociais se calhar até tinha duplicado e o estado sempre a cobrar-nos mais.
Talvez quando nos levarem tudo em impostos acabe a pobreza (e de certa forma acaba, como é um conceito relativo, se formos todos miseráveis não há pobres).
HF
O que isto significa é que apesar do aumento brutal da despesa do Estado em gastos sociais a pobreza mantém-se estável desde 74 e se não fossem essas transferências sociais se calhar até tinha duplicado e o estado sempre a cobrar-nos mais.
Talvez quando nos levarem tudo em impostos acabe a pobreza (e de certa forma acaba, como é um conceito relativo, se formos todos miseráveis não há pobres).
HF
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Renasci!
" [ ... ] É preciso chamar a nossa Raça ao sentido da sua própria vida, e poderá gritar entre os Povos: Renasci!
Ora, esta obra sagrada compete ao espírito português, a todos os portugueses que encerrem no seu ser uma parcela viva da alma da nossa Pátria. ( ... )
E então um novo Portugal, português, surgirá à luz do dia. "
Teixeira de Pascoaes
CR
Ora, esta obra sagrada compete ao espírito português, a todos os portugueses que encerrem no seu ser uma parcela viva da alma da nossa Pátria. ( ... )
E então um novo Portugal, português, surgirá à luz do dia. "
Teixeira de Pascoaes
CR
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Somos uma cultura submersa na luz vazia do presente constante
A decadência de uma cultura tem muita a ver com o modo como negligenciamos os mortos. O cuidado com mortos demarcava nossa relação com os vivos por conta da memória e do nosso vínculo com o passado. Uma cultura degenera de vez quando negligencia os nascituros. O cuidado com os que estão por vir demarcava nossa relação com os vivos por conta das expectativas e do nosso vínculo com futuro. Não há mais memórias e nem expectativas. Somos uma cultura submersa na luz vazia do presente constante, que nada lembra e nada promete.
FR
FR
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
O Ocidente
Há que voltar a página: para quando a Primavera Europeia?
Creio que muitos só se terão recentemente dado conta que o Ocidente vive não só em ambiente de hostilidade patogénica - resultante de um certo modelo económico - mas igualmente exposto a vírus mentais e cognitivos, dos quais resulta a incapacidade de responder à tremenda crise contemporânea.
Ora, todos fomos trabalhados e preparados para aceitar de ânimo leve que o tempo do Estado-nação havia terminado, que a cidadania europeia era o futuro patriotismo, que a globalização era uma tendência irrefreável, que as culturas nacionais estavam a dar lugar a uma nova civilização global polarizada em torno do mercado planetarizado e dos chamados "direitos do homem".
Os últimos anos foram suficientemente expressivos para demonstrar que essa engenharia que trocava o certo e o histórico pelo incerto e por um certo messianismo cosmopolita, não só falhou, como demonstrou a arrogância, a violência e o desprezo dos seus mentores por tudo aquilo que odeiam.
Hoje, já não se trata de saber se devemos persistir teimosamente agarrados a essas mentiras. Trata-se de saber como e quando nos devemos libertar de um jugo que nos roubou décadas e estropiou o futuro das próximas gerações.
MCB
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Quais são os direitos fundamentais da pessoa humana?
''Defenda o respeito e actuação prática dos seguintes direitos fundamentais da pessoa: o direito a manter e desenvolver a vida corporal, intelectual e moral e particularmente o direito a uma formação e educação religiosa; o direito ao culto de Deus, particular e público, incluindo a acção da caridade religiosa; o direito, máxime, ao matrimonio e à consecução do seu fim; o direito à sociedade conjugal e doméstica; o direito ao trabalho como meio indispensável para manter a vida familiar; o direito à livre escolha de estado, também sacerdotal e religioso; o direito ao uso dos bens materiais, consciente dos seus deveres e das limitações sociais.''
Papa Pio XII, Radiomensagem de Natal ''Con sempre nuova freschezza'', de 24 de Dezembro de 1942
A bandeira de todos
A muitos surge como evidente que há, pelo menos desde 1834, um problema vexilológico português. Ora, seria de pensar - sem nada inventar - em retomar a bandeira de D. João II que resume o núcleo jamais alterado da bandeira portuguesa: o escudo extirpado do pano branco, do azul e branco, do verde-rubro e, até, da esfera armilar. Esta, ao contrário daquilo que se supõe, não é a "esphera" de D. Manuel, mas a universalidade maçónica.
MCB
sábado, 6 de fevereiro de 2016
O canto da sereia
Primeiro eles levaram a nossa nicotina, então o nosso álcool e, finalmente, tudo o que foi considerado prejudicial à nossa saúde, o nosso bem-estar e a nossa forma de pensar e agir e no fim o governo diz:
Agora já podemos tirar a tua vida, porque não vale mais a pena continuares a viver.
AM
Agora já podemos tirar a tua vida, porque não vale mais a pena continuares a viver.
AM
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Tanto faz
Pedro Passos agora é social- democrata. Há pouco tempo era liberal. Daqui a algum tempo será socialista. Ainda acaba comunista. Tanto faz, quem manda é Bruxelas.
Francisco Múrias
sábado, 30 de janeiro de 2016
Antes de ser de direita, eu nasci português.
Antes de ser de direita, eu nasci português. Sou de direita porque defendo que o estado se deve limitar ás funções de soberania , defesa e segurança.
O resto deveria ser entregue à iniciativa privada , mas à iniciativa privada nacional e não dos holandeses dos suecos dos americanos ou dos alemães. Por isso sou também nacionalista.
Como sou português e de direita não aceito que a soberania, a defesa ou a segurança sejam limitadas, excepto pelo Direito.
Hoje a chamada direita não é nacionalista, não defende os interesses nacionais e dos nacionais. Defendem quem ataca a nossa soberania, quem ataca a independência nacional, defendem no fim de contas um crime tipificado no código penal e que se chama traição.
Eu ingenuamente acredito que não é de propósito , é por estupidez. Mas cheias de pessoas estúpidas que cometem crimes estão as prisões.
Por isso nunca me vão ver a defender traidores nem esta direita. Nunca.
Francisco Múrias
O resto deveria ser entregue à iniciativa privada , mas à iniciativa privada nacional e não dos holandeses dos suecos dos americanos ou dos alemães. Por isso sou também nacionalista.
Como sou português e de direita não aceito que a soberania, a defesa ou a segurança sejam limitadas, excepto pelo Direito.
Hoje a chamada direita não é nacionalista, não defende os interesses nacionais e dos nacionais. Defendem quem ataca a nossa soberania, quem ataca a independência nacional, defendem no fim de contas um crime tipificado no código penal e que se chama traição.
Eu ingenuamente acredito que não é de propósito , é por estupidez. Mas cheias de pessoas estúpidas que cometem crimes estão as prisões.
Por isso nunca me vão ver a defender traidores nem esta direita. Nunca.
Francisco Múrias
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