"Cameron é um sério candidato à imortalidade através da nova expressão "Caixa de Cameron", que a Pandora já quase toda a gente se esqueceu quem era."
PAC
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Brexit
A Europa sendo Europa
É preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma.
"O Reino-Unido nunca fez parte integrante da Europa, a oposição à PAC foram as premissas de uma postura contra o Federalismo Europeu, a saída é o principio de uma implosão justificada dos Países que formam hoje o núcleo da União.
O problema não é Inglês, é Espanhol, Grego, Italiano, Português, Belga ou Francês.
P.S.: A desvalorização cambial numa Economia avançada é o empobrecimento da População e a inflação importada que nunca são compensados pelos ganhos de competitividade - a contração dos Investimentos Internos que equilibram o Endividamento Global é sempre superior aos ganhos Monetários -."
CR
quinta-feira, 23 de junho de 2016
terça-feira, 21 de junho de 2016
Os partidos e as bichas
"Os partidos – não o esqueçamos – eram em geral grandes agências de colocações onde se entrava, como se entra nas bichas, para esperar vez, para aguardar a fatal distribuição de benesses na hora do Poder."
António de Oliveira Salazar
António de Oliveira Salazar
domingo, 19 de junho de 2016
A ideologia do género
Deputado alemão ridiculariza a ideologia de género
No parlamento de Brandenburg, 'os verdes' fizeram uma proposta que exigia direitos iguais e igualdade social para os LGBTTQQ (Lesbian, Gay, Bi-sexual, Trans, Two-spirit, Queer, Questioning). O deputado do AfD, Steffen Königer, demorou 2 minutos nos cumprimentos iniciais aos presentes, dirigindo-se a 60 géneros reconhecidos hoje em dia. O resultado foram várias gargalhadas e a demonstração que a ideologia de género é um grande disparate.
sábado, 18 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Um anarquista conservador
Borges declara-se um anarquista conservador, o que é uma belíssima definição. A ética é mais importante que a política e, assegura, através da ética pessoal deixará de haver polícia, religião, governos e, acrescenta-se, capatazes e mesquinhez.
O universal Borges, com um avô nascido em Torre de Moncorvo, não alinhava com os esquerdismos. Para ele, melhor, era o Estado mínimo. Mas ao contrário dos modernaços que dizem isto e param de pensar, Borges exigia a que cada cidadão se comportasse com o maior sentido exemplar de ética. A isto se chama anarquia, a isto Borges compreendeu. O seu lado conservador talvez lhe fosse apenas fácil: justifica muitas vezes que a instituição monárquica não precisa de andar na caça ao voto, o mais repugnante movimento da vida dos agentes da política. Cita-se:
Jornal TornadoEm primeiro lugar [os políticos] não são homens éticos; são homens que contraíram o hábito de mentir, o hábito de subornar, o hábito de sorrir o tempo todo, o hábito de agradar todo mundo, o hábito da popularidade… A profissão dos políticos é mentir. O caso de um rei é diferente, um rei recebe tal destino, e portanto lhe cabe cumpri-lo. O político não; o político deve fingir o tempo todo, deve sorrir, simular cortesia, deve submeter-se melancolicamente às vernissage, às cerimónias oficiais, aos feriados nacionais.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
O "democídio
"Todos os Estados são fatais. Não só para os inimigos externos, mas também para os seus próprios cidadãos.
Como regra geral, pode-se afirmar que um estado é ainda mais letal, quão mais extenso ele o é.
Neste sentido, o totalitarismo soviético e o chinês foram os mais mortais de todos os regimes, em conjunto com o totalitarismo da Alemanha Nazi.
E podem vir a ser superados no futuro apenas por um governo mundial, onde em verdade não haverá guerras mas sim o "democídio", isto é, a erradicação dos cidadãos nacionais, e provavelmente tudo isto irá então colocar na sombra todos os totalitarismos anteriores."
AM
Como regra geral, pode-se afirmar que um estado é ainda mais letal, quão mais extenso ele o é.
Neste sentido, o totalitarismo soviético e o chinês foram os mais mortais de todos os regimes, em conjunto com o totalitarismo da Alemanha Nazi.
E podem vir a ser superados no futuro apenas por um governo mundial, onde em verdade não haverá guerras mas sim o "democídio", isto é, a erradicação dos cidadãos nacionais, e provavelmente tudo isto irá então colocar na sombra todos os totalitarismos anteriores."
AM
sábado, 4 de junho de 2016
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