sábado, 19 de maio de 2018

Que ninguém duvide

O Portugal de hoje é a merda de Abril.





Cão atrofiado...


Depois de uma semana inteira sintonizado na TV a ver canais portugueses...




sábado, 12 de maio de 2018

A moda das ameaças

"Depois da ameaça do Marcelo de não se recandidatar, vem agora o Tone dizer que se demite se o Orçamento não for aprovado.
Pegou a moda das ameaças.
Eu também prometo que não voto mais nestes gajos enquanto esta merda não começar a ganhar vergonha na cara."

CF


sábado, 5 de maio de 2018

€URSS


Se fosse vivo, já tinha sido presidente do €urogrupo.

JG



quinta-feira, 3 de maio de 2018

Recordar é viver

"O nosso país não é um país corrupto, os nossos políticos não são políticos corruptos, os nossos dirigentes não são dirigentes corruptos. Portugal não é um país corrupto"


Não haverá nenhum jornaleiro disponível para fazer uma nova entrevista a esta cândida figura do regime?




Museu do Auschwitz português?
Museu dos Abrileiros combinado com instrumentos de Tortura da Inquisição Medieval é que era um show... Freaks é o que não faltam.












sábado, 28 de abril de 2018

A manietação cerebral não para



Aconselho a todos os alucinados democráticos a um retiro mental.

A "auschwitz portuguesa." 

Um verdadeiro pai da nação II



Um verdadeiro pai da sua nação



Hoje passa mais um dia, mais um aniversário do nascimento de um dos maiores estadistas de todos os tempos, um homem do povo, um homem simples, um homem verdadeiro, o verdadeiro pastor do seu rebanho, o verdadeiro professor, um verdadeiro pai da sua nação.

Infelizmente tão injustiçado, sendo o seu nome arrastado pela lama sem razão alguma para tal, caminharemos para uma sociedade informada e honesta ou apenas uma sociedade decadente e imbecilizada?

Terá sido para isto que os nossos antepassados derramaram o seu sangue, suor e lágrimas, teremos esquecido a nossa identidade cultural, a nossa matriz?

Façamos uma reflexão, vamos ser honestos e ver quem realmente lutou para sermos hoje ainda um país e uma verdadeira nação, embora que mal agradecida, ou mesmo mal formatada pelos que se ocuparam do poder nas últimas cinco décadas, a verdade é que após o afastamento de Salazar começou o descalabro, a tomada do poder por gente sem princípios, a verdadeira máfia que se tem movimentado pelos corredores do poder até aos dias de hoje, essa é a verdade.

Quatro décadas no poder foi demasiado para o nosso homem do leme, desde gerir um país falido, restituindo-lhe a independência financeira e auto-suficiência, o fazer deste um verdadeiro país ao nível dos melhores, o fazer uma verdadeira revolução cultural promovendo a cultura e a educação, o incutir de um verdadeiro espírito de nação, de família, uma guerra mundial pelo meio, fez um enorme trabalho em termos diplomáticos, foi reconhecido como um dos melhores do século XX. 

Resistiu aos ataques das grandes potências sob o manto da ONU, resistiu como um herói ao ataque, sempre pela via diplomática, e para terminar a forma como resistiu ao roubo daquilo que tantos séculos nos custou a conquistar, resistiu a tudo e a todos, menos a um limite ao qual todos estamos submetidos desde que nascemos, o tempo de vida terrena, resta-nos a memória, resta-nos o seu espírito, resta-nos o seu exemplo, foi sem dúvida o grande português, o pai da nação portuguesa.

Espero em breve voltarmos a acordar, voltarmos a ser uma nação una e valente, uma nação orgulhosa do nosso passado, orgulhosa do nosso sangue, orgulhosa da nossa raça.

Foi sem duvida António de Oliveira Salazar um dos seus maiores zeladores, obrigado Salazar por ainda termos um país ao qual chamamos de nosso, muito obrigado!

Paz à sua alma.
Viva Portugal.
Viva Salazar.

Como sempre gritemos presente!
Como sempre marchemos a par
Só tem Pátria quem sabe morrer
Só tem Pátria quem sabe lutar.

Alexandre Sarmento


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Quem ficará na história desta democracia?

Outro case study para "anti-fascistas":  António Sérgio


Espero não causar apoplexias nos meios da esquerda socialista e anti-fascista com esta abordagem, que aliás não é nova, mas que certamente permanece obscurecida. Falo de António Sérgio.
Monárquico, embora de esquerda, descendente dos Viscondes Sérgio de Sousa, quebrou a espada de oficial da marinha quando foi proclamada a república. Facto preferencialmente obliterado. Outro facto, que talvez preferissem não lembrar - e o mesmo tudo fez para esquecer! - foi o elogio ao fascismo proferido num texto publicado antes de 1925 no diário "A Pátria", hoje difícil de desenterrar. Tal não parecerá estranho, já o professor António José de Brito o havia constatado, o culto do Uno, da Razão, do Universal e da Vontade Geral, assim como a influência recebida de Croce, aproximavam António Sérgio mais dessa ideologia do que da própria democracia que tão sentimentalmente apreciava.
A verdade é que as hossanas a António Sérgio escondem o essencial e não permitem encontrar um pensador muito mais original e muito mais controverso. O mesmo que em 1925 apelava à necessidade da ditadura , uma "ditadura de reforma, lealíssima, que saiba o que quer e diga o que quer", escrevia.
Contemporâneo das crises e testemunho da falência dos sistema liberais, Sérgio acompanhou o pessimismo de Fernando Pessoa, autor do opúsculo "O Interregno - Defesa e Justificação da Ditadura Militar", ou a ansiedade de Cunha Leal, mais tarde um opositor ao salazarismo, que proferia na Sociedade de Geografia de Lisboa que "a ditadura salvadora de Portugal há-de vir trazida pelas circunstâncias". Mais obscurecido permaneceu Leonardo Coimbra, inclassificável, cuja conversão ao Catolicismo e, tardiamente, uma hesitante e tímida aproximação ao Estado Novo (conquanto um crítico e homem de valor independente) vincaram rancores. Por fim, nem vale a pena lembrar o tal General Delgado, militar do 28 de Maio e depois autor de um livro exaltador da obra do Estado Novo, intitulado "Da Pulhice do Homo Sapiens", cultivando a prosa no mais ardoroso nacionalismo sem esconder a exaltação germanófila, acompanhando elogios a Salazar. A família tudo fez para esconder o livro, mas ele existe.
Creio que não haverá panos vermelhos suficientes para que a esquerda possa cobrir tanto pedestal de vergonha, pois se renegarem estes homens, quem ficará na história desta democracia?

DS


quinta-feira, 26 de abril de 2018

Abril (2018)


Também conhecido como o mês do " Viva a Liberdade"




quarta-feira, 25 de abril de 2018

sexta-feira, 20 de abril de 2018

O Panorama Político em Portugal




Preâmbulo da Constituição da República Portuguesa de 1976



quarta-feira, 18 de abril de 2018

Quanto vale um beijinho e uma selfie


Tudo à larga... Já encurtavas essas calças não?


O Orçamento de Funcionamento da Presidência da República Portuguesa em 2017 foi de 15.982.000 de euros (inclui: despesas representação, museu, gestão administrativa e encargos com ex-presidentes). Em 2017, o Orçamento de Funcionamento da Casa do Rei de Espanha foi congelado no mesmo valor dos anos de 2016, 2015 e 2014: 7,78 milhões de euros.

O território português tem uma área territorial de 92.090 km2 com uma população de 10.487.289 de habitantes. Já o Reino de Espanha tem uma área de 504.030 km2 e possui uma população de 47.265.321 habitantes. Mensurando essas variáveis e fazendo a acareação do custo da Casa Real Espanhola com a Presidência da República Portuguesa, conclui-se: a presidência da república Portuguesa teve em 2017 um custo por cada Português de 1,52 euros, enquanto a Casa Real espanhola teve uma incidência sobre cada Espanhol de 0,16 euros.

Assim, o PR custa ao erário público português o dobro que a Família Real espanhola custa ao tesouro espanhol.






Plataforma de Cidadania Monárquica



O país dos camaradas