quarta-feira, 6 de novembro de 2013

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O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que o Natal foi antecipado para Novembro. Com a festa, pretende "derrotar a amargura" que se vive no país.
A Venezuela está mergulhada numa grave crise socioeconómica e, no mês passado, um relatório do Banco Central concluiu que há 16 produtos considerados essenciais (do leite ao papel higiénico) que faltam permanentemente nas lojas venezuelanas.
Perante esta escassez e uma inflação que já vai nos 48%, o tecido social está a deteriorar-se. Maduro, que tem acusado a oposição e alguns países estrangeiros de estarem a provocar a crise, receia que esta afecte a revolução bolivariana socialista de Hugo Chávez, o Presidente que morreu em Março.

Não querem saber do mundo real para nada

Estas greves mostram que os comunas não querem saber do mundo real para nada. Preferem o irracionalismo típico nutrido pelo discurso populista dos seus demagogos. Isso faz parte da estratégia comunista.

Quem ao analisar estes os protestos, greves ou qualquer acção comunista concentrar a sua atenção nas reivindicações, mais saúde, educação, salário, etc… para discutir a sua justiça ou viabilidade, não tem ideia de como funciona o movimento comunista. O conteúdo nominal das reivindicações não tem a menor importância, se não fosse aquele seria outro. Se não houvesse nenhuma inventar-se-ia alguma. Se a empresa está falida e acumula dívidas astronómicas, isso nada conta.

Mas quem quer que ultrapassando esses obstáculos, pretenda encontrar um objectivo determinado e único que explique o conjunto, engana-se ainda mais redondamente. 

Se os protestos têm um objectivo político determinado, este só é definido na mente dos seus estrategas maiores em termos muitos gerais e vagos. Os slogans não têm a menor importância, muito menos possuem qualquer dose de realismo, pois podem mudar consoante o processo em constante transformação que o movimento acelera quando entender. 

A militância comunista não actua como opção consciente da realidade existente. A propaganda não transmite sequer ideias alternativas concretas, limitando a repetir, de maneira rasa, reivindicações doutrinárias. 

Nenhum banho de realidade servirá de alguma coisa como se tem visto.
E quem pensa que estas greves têm elevados fins, também se engana. 

Os comunas clamam contra a falta de direitos das classes trabalhadoras enquanto promovem greves voltadas directamente contra os direitos da população. 

Eis um exemplo da duplicidade revolucionária que opera sempre com dois propósitos simultâneos e antagónicos, um declarado e temporário, o outro tácito e constante. 
O primeiro pretende a interferência directa na “solução” de uma situação. O segundo é a desorganização sistemática da sociedade e o aumento do poder do movimento revolucionário.


Floriano Mongo

A esquerda dos tristes

É triste mas esta esquerda só estará feliz quando todos estivermos na miséria. Defender quem não trabalha e ganha muito e atacar aqueles que trabalham. 

Já dizia o meu pai acabem com os pobres mas em Portugal adoram os pobres e os rendimentos minimos e a miseria, sempre à espera do estado paizinho que meta uns cobres para irem para o café beber minis e dar bolicaos aos filhos.

A minha mãe sabe bem o que sofreu em 1974 e 75 como encarregada numa multinacional onde o Prec e o sindicalismo entrou e só se foi embora quando destruiu tudo. É a famosa igualdade à força.

No privado quando não há dinheiro não se paga aos empregados e fecha-se no estado haja ou não ao dia 23 têm de receber, se não houver carrega-se no privado, que eles são ricos.

Aliás temos um partido PS cuja principal clientela/eleitorado é a função pública. Os que nos emprestam o dinheiro já perceberam isto e que a função pública/reformados/pensionistas está a sugar os recursos do país e querem estancar essa sangria.

No meio disto tudo não há uma alminha de pergunta pelos jovens e que país lhes vão deixar. Vão herdar divida e não podem enriquecer pois tem de pagar a prestação atrasada deixada por alguns inúteis.


Green Lantern

E ele teve formação jesuíta mas agora é um...

Se alguma coisa deveria ser cultivada na nossa relação com a China, é a sua especificidade, característica essa que nos põe numa situação de superioridade moral em relação a "todos" os parceiros internacionais da China. Fomos sempre respeitosos, sem subserviência, e não por acaso os nossos jesuítas eram uma presença constante na Corte Imperial, contrastando com os enviados de outras nações europeias marítimas que foram sempre desprezados, situação cambiada pela força bruta durante o nefasto século XIX. O ministro atrasado, com esse gesto, conseguiu sabotar séculos de boas relações entre Portugal e a China e nos colocou num patamar de igualdade com as outras nações com as quais os chineses têm dívidas a ajustar.


O estado engorda e o povo passa fome...

"Subir o IVA mais uma vez? O IVA já está a 23%, isto é, quase um quarto de cada bem ou serviço que compramos é imposto. Em cada 4 latas de Salsichas ficamos com três, uma vai directa para o estado. É sustentável aumentar mais este imposto?

E o que é que acontece as zonas raianas com o fenómeno do cross border shopping. A área de influência fiscal já entra dentro de Portugal por cerca de 100 km. Se continuamos assim qualquer dia mesmo na zona litoral passamos a fazer compras em Espanha ao fim de semana, empobrecendo cada vez mais o nosso país."

Tiago Caiado Guerreiro

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O paraíso dos socialistas


Assim é complicado

Este Jurgen Kroger é um burocrata da União Europeia. É arraçado de político talvez.
Reformar-se aos 61 anos deve ainda ser política do país de onde é natural, mas acumular reforma com vencimento sempre às custas do erário público, aí dificilmente as coisas viram a seu favor.
Não será só ele certamente. Muitos outros o farão há décadas, mas depois não se admirem que o povo fique possuído com estas incoerências.

Ser um verdadeiro Estadista torna-se cada vez mais um mito.


Tiago Mestre

O relatório da OIT

Dei uma vista de olhos pelo relatório, e se não me fosse recordando que tinha sido a OIT a fazê-lo, aquilo mais parecia o discurso oficial do PS.

A troika obrigou a um corte na despesa
O consumo interno caiu muito
O desemprego galopou
... e portanto é preciso uma nova estratégia.

E a estratégia é:
Promover políticas públicas de combate ao desemprego, "sacrificando" um bocadinho o défice de 2014 mas que, segundo as contas da OIT, rapidamente aliviaria nos anos seguintes, ou seja, repor os subsídios, os salários, as pensões, etc, etc.
Voltar a pôr o consumo interno "em ordem" por forma a reduzir desemprego em 2 pontos percentuais e iniciar uma nova retoma no ciclo económico.
Ao nível da Europa, criar a União Bancária por forma a dar maior estabilidade aos bancos pequeninos portugueses, que não andam a querer emprestar com receio de ser um mau investimento (nos dias que correm, decisões de bom senso parece que são apedrejadas por não ajudarem ao crescimento no curto prazo)

Palavras e termos do tipo "redução do défice" ou "parar o aumento da dívida pública" ou então "redução da carga dos juros" nem aparecem. Não interessa.
E correlações do tipo: "Redução da despesa para baixar impostos e estimular a atividade económica" também são mentira.

Vamos é gastar porque esta história de emagrecer é uma chatice.

Tiago Mestre

Bom natal para ti também JN

no JN

Jingle Bell! Jingle Bell! Já não há papel, não faz mal, não faz mal, limpa-se ao jornal...


A lista de desejos do JN é esta:

 BES, BCP, BPI, EDP, GALP, PT


Pois é. A Troika não dá de comer no sapatinho ao JN.

Até o choro é livre

- Maior IDH da América Latina
- Maior PIB Per Capita da América Latina 
- Menor taxa de homicídios da América Latina
- País menos corrupto da América Latina 
- Menor burocracia da América Latina
- País mais fácil e rápido de se abrir uma empresa na América Latina
- 2ª menor mortalidade infantil da América Latina 

Até o choro é livre.



O silêncio de Deus

"O declínio real e morte de uma nação vem da sua dissolução interna. Esta crise interna geralmente é causada por dois factores:

- Por um lado, pela deserção, pela preguiça e complacência de suas classes cultas, dos sábios da cidade quando essas classes adormecem sobre a sua própria ciência, ou o seu próprio significado, quando não exercem a autoridade com sentido, então a ordem, as crenças, a moral, a justiça e as leis ficam indefesos, a cidade não progride, antes se fossiliza e toda a ordem venerável se torna hipócrita.

- Por outro lado, é neste momento que aparece uma outra classe de homens: os revolucionários (os malabaristas de ideias), que são aqueles que não têm nada a perder, aqueles que não amam as leis nem as crenças, os que não respeitam os fundamentos da ordem ou os princípios do bem e da verdade (...).


Se não encontrarem opositores, homens de fé, de verdadeiro saber, acabam por vencer porque os seus argumentos seduzem e atraem as paixões dos outros e parecem logicamente válidos. A cidade então morre por dissolução interna ou por invasão inimiga, mas apenas quando o seu espírito interior desaparecer."

Rafael Gambra Ciudad in "O Silêncio de Deus"


Aumento do salário mínimo?

Experimentem impor os 1000,00 €.

Arrebentem de vez com a iniciativa privada e com os empreendedores e não se fala mais de economia em Portugal.

A seita dentro da seita

no Jornal I

A seita do partido é subjugada pela seita macónica...

Ambas as seitas não servem a Portugal.

A lenda II

(via impertinências)

SERVIÇO PÚBLICO: A «aurora de esperança da I República» e a noite negra do fascismo (2)

Continuação de (I)

A lenda

«Por isso os historiadores dizem, com razão, que a I República durou escassos dezasseis anos, de 1910 a 1926, mas criou no nosso País uma aurora de esperança. 

Abriu-se, depois, um largo e doloroso período, em que as liberdades públicas e os direitos humanos foram suprimidos, de 1926 a 1974, intitulado, sucessivamente: Ditadura Militar, Ditadura Nacional, Estado Novo e Estado Social. Mas foi sempre e só, Ditadura, apoiada na repressão policial, na censura, nos tribunais plenários e na polícia política (Polícia de Informações, PVDE, PIDE e DGS), inimiga das liberdades, com a supressão das garantias individuais e dos Partidos e dos Sindicatos.»

(Mário Soares, Centenário da República, Fundação Mário Soares)

Os factos

«Por outro lado, em termos de violência do Estado ou sancionada pelo Estado sobre elites e activistas políticos, os vários governos da I República, desde os de Afonso Costa ao de Sidónio Pais, já se tinham destacado por deportações e prisões prolongadas sem julgamento, recurso a tribunais militares, suspensão de garantias, vigilância policial, espancamentos e execuções sumárias pela polícia, censura da imprensa e acção violenta e arbitrária de grupos de voluntários armados. O Estado Novo pôde assim explorar o facto de a violência ser uma componente da ordem pública e da vida política, quer no passado português recente, quer nas outras sociedades europeias, para relativizar a sua repressão. Por isso, os salazaristas fizeram sempre questão de comparar os seus métodos repressivos com a «ditadura da rua» do PRP, exercida pelos seus militantes de um modo anárquico e imprevisível, enquanto a deles, a cargo da polícia e dos tribunais, seria supostamente regrada e previsível. 

Por comparação com outros regimes contemporâneos, como a ditadura comunista da Rússia ou a ditadura nazi na Alemanha, não é possível negar que o Estado Novo foi «moderado»: não recorreu à pena de morte, os assassínios foram muito raros e os presos políticos foram sempre poucos. Não houve o «terror de massas» inerente às revoluções sociais ou às depurações étnicas da época. Mas ninguém escapou a uma coacção contínua e difusa. Muitos empregos, mesmo no sector privado, ou até as bolsas do Instituto para a Alta Cultura (1936) estavam dependentes de informações políticas. O regime gerava assim facilmente cidadãos de segunda classe.»

(Rui Ramos, Nuno Gonçalo Monteiro e Bernardo Vasconcelos e Sousa, História de Portugal)


Sobre Ayn Rand