sábado, 1 de fevereiro de 2014

No passado riu-se muito com isto...


Hoje você está a pagar a conta do circo.

Socialismo sempre a querer fazer o próximo de palhaço.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A cultura de direita em Portugal - uma visão marginal


“Nos séculos de descrença é sempre de recear que os homens se entreguem constantemente ao acaso diário dos seus desejos e que renunciando  completamente a obter aquilo que só pode ser conquistado à custa de longos esforços, não venham a fundar nada de grandioso, pacífico e duradouro.”

Alexis Tocqueville

Da Democracia na América 

No contexto do politicamente correcto instituído, um político, um escritor, um jornalista, um músico que se assuma como católico, se não for de esquerda, por mais imaculadamente “democrático” que seja o seu curriculum, se não guardar a sua Fé para o âmbito estritamente privado (que no que concerne ao cristianismo é uma contradição de termos) tenderá a ser depreciado e ostracizado com epítetos de “ultramontano”, como se ostentasse lepra.

Apesar de já terem morrido quase todos os católicos acossados pela 1ª republica e rendidos a Salazar, o seu fantasma permanecerá como rótulo discriminatório alimentando a fantasia dos robespierrezinhos que pastoreiam esta deslumbrante modernidade. Do mal, o menos: tolerada e desejosa de reconhecimento à Esquerda, resiste uma direita profana, liberal e cosmopolita (?), que quando confrontada com a dura realidade dos factos, salvo honrosas excepções, de cedência em cedência capitula, agarrada a umas quantas referências históricas e literárias, sem obra digna de nota nesta apagada e vil tristeza em que o País se dilui.


Como nos demonstram os excepcionais casos de tardio reconhecimento público, nesta ordem de razões um católico bom só é possível quando está morto. Entretanto, a incontestável decadência da Nação quase quarenta anos depois do Cardeal Cerejeira, essa continua num plano cada vez mais inclinado – e a culpa desta vez não é nossa.


Opinião de um povo


Este país é fantástico

Vazelios

Em termos culturais a culpa reside nos progenitores Portugueses.

O que ensinam e não devem ensinar:


- Que todos nós temos direitos, independentemente de haver ou não condições suficientes para alimentar os direitos de todos
- Depois de os estudos acabarem, acabaram-se os deveres e obrigações (alguns nem têm obrigação de estudar)
- Que se algo mau vos acontecer, a culpa é de outro. Proteger sempre os nossos filhos, mesmo que a culpa resida neles em exclusivo.
- Nunca pensem como podem melhorar a vossa própria vida, há de aparecer qualquer coisa do céu (Há 30 anos até aparecia..)
- Que o dinheiro serve para se gastar

O que não ensinam e devem ensinar:

- A nossa liberdade vai até onde a liberdade do próximo é ameaçada ou posta em causa
- Aprender a gerir o dinheiro - Viver dentro das nossas possibilidades
- Poupança não é mais do que garantir sustentabilidade no presente (dentro dos possíveis) e permitir, se der, condições de consumo futuro muito melhores do que as actuais
- Partilha e viver em sociedade

Destes erros de educação resultam em choques de sociedade: FP's Vs privado, jovens Vs velhos, etc.

Todos são egoístas, todos pensam no presente imediato, todos pensam em si, e esquecem-se de que se todos remarmos para o mesmo lado e abdicarmos um pouco do presente, teremos todos um futuro melhor.

Origina corrupção, por um lado, e por outro origina mimo, preguiça, inércia, infelicidade.

Por isso não me espanta que algumas pessoas se insurjam contra a classe política. Eles não dão o exemplo.

É preciso uma bela dose de paciência para no inicio da minha vida familiar e profissional, pagar impostos como um CEO num país capitalista e continuar feliz.

Mas sou, este país é fantástico, falta é um "Mourinho" da política/ economia que nos junte a todos.


A cautela é como caldo de galinha, não faz mal a ninguém

Estudo do FMI diz que consumo dos portugueses é “excessivo”

Desengane-se quem pensa que Portugal e os portugueses estão prontos para assumir a responsabilidade de auto-gestão das contas.

 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Manifesto contra a Crise - Compromisso com a Ciência, a Cultura e as Artes em Portugal

Até parece que a Crise é uma entidade, uma coisa em forma de não sei o quê a quem nós podemos atirar umas pedras.
Quando as coisas nos correm mal, nada mais fácil do que encontrar um bode expiatório, e pimba, carrega-lhe em cima.
A Crise foi encomendada por alguém, porque nós, nós não fizemos mal nenhum. Estava tudo bem connosco e não poderia ser de outra forma.

Por muito que nos custe, o único poder que temos é de adiar ou antecipar aquilo que a realidade, mais cedo ou mais tarde, nos irá trazer. E pelos vistos, pouca gente tem a percepção de que quando consumimos mais do que produzimos, de que quando o nosso balanço energético é deficitário, mais cedo ou mais tarde a realidade chata vem bater-nos à porta.
Não adianta muito, a não ser para comprar tempo e purgarmos como coletivo, em acusar fulano ou sicrano ou em barafustar com isto ou com aquilo.
Ai a culpa é da Crise? Então venha um manifesto contra ela

Também tenho lido por aí uma certa analogia entre este manifesto, que será brindado com conferências no Casino Estoril!? com as Conferências do Casino de 1871.
Espero bem que o Manifesto esteja muito bem escrito e fundamentado, porque irá rivalizar com as "Causas da Decadência dos Povos Peninsulares" de Antero de Quental, esse sim, um documento que, apesar de ter uma visão totalmente errada da nossa sociedade, tenta ser um exercício de fundamentação técnica e científica.

Se os subscritores deste Manifesto forem ler o livrinho do Antero e compararem as maravilhas que ele dizia das sociedades ditas modernas ocidentais da altura com o horror que estas produziram para a humanidade escassas décadas depois, talvez pensem duas vezes antes de subscreverem este Manifesto; que pelos vistos, mais uma vez, nos exige, por um passe de mágica, que sejamos europeus de gema porque eles é que são os ricos e os cultos, e nós os atrasados, sem ciência, sem artes e sem cultura se não fizermos exatamente como eles.

Até custa a crer que haja tanta gente "culta" a engolir estas merdas que alguns iluminados regurgitam cá para fora.

Tiago Mestre

O enterro cómico


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Metam-se com os socialistas e depois não se queixem

O banco central alemão, Bundesbank, defendeu esta segunda-feira a aplicação de um imposto sobre o património privado nos Estados-membros que arriscam o incumprimento, em detrimento do recurso a um programa de resgate financeiro.

Tal imposto «corresponde ao princípio da responsabilidade nacional, segundo a qual os contribuintes são responsáveis pelas obrigações dos respetivos governos, antes de reclamarem a solidariedade de outros Estados», defende o banco central alemão no relatório de janeiro divulgado esta segunda-feira.

Todavia, o Bundesbank reconhece que a implementação desta taxa é difícil e arriscada, sublinhando que o recurso a este imposto deve ocorrer em situações excecionais, como a necessidade de evitar que um Estado entre em incumprimento.


aqui

governos limitados = impostos limitados



O que as escolas portuguesas não ensinam sobre o socialismo

1. O comunismo falhou miseravelmente




Estima-se que os regimes comunistas ao longo do século XX tenham matado pelo menos 100 milhões de pessoas em todo mundo. Alguns podem até contestar esse número, mas precisam admitir que é impossível esconder tantas mortes varrendo tudo pra debaixo do tapete. Crimes de tamanhas proporções deixam rastros visíveis demais para serem ignorados.

Este número inclui não só as pessoas que foram mortas pela repressão típica destes regimes totalitários mas também em consequência de suas políticas econômicas desastrosas, tais como os confiscos que resultaram na fome russa de 1921 e no Holodomor ou a coletivização forçada do campo, implementada por Mao Tse Tung que resultou na Grande Fome Chinesa e por sua vez matou cerca de 20 milhões de pessoas.

Alguns regimes foram letais ao extremo. É o caso do Khmer Vermelho no Camboja que conseguiu exterminar nada mais, nada menos que um terço da população do país. 

O pior de tudo é que o comunismo acabou desmoronando em todos estes países e seu modelo teve que ser abandonado. Todas estas pessoas morreram em vão. Em nome de um ideal fracassado. O muro de Berlim caiu. A União Soviética não existe mais e a China mergulha de cabeça no capitalismo.

Mas não só o velho comunismo falhou. Os novos modelos de socialismo parecem fadados ao mesmo destino. O assim chamado "socialismo do século XXI" praticado na vizinha Venezuela dá claros sinais de que não poderá se sustentar por muito tempo. O país, mesmo tendo uma das maiores reservas de petróleo do mundo é assolado hoje por escassez de todo tipo de bem imaginável, de energia elétrica à papel higiênico, passando por frango, leite e outros produtos essenciais. Tem uma das taxas de inflação mais altas do mundo e uma taxa de homicídios também entre as mais altas do mundo.


2. A teoria de Marx foi refutada



Karl Marx construiu toda a sua teoria em cima de uma idéia errada herdada dos economistas clássicos: A teoria do Valor Trabalho. Segundo a teoria do Valor Trabalho, o valor real de  uma mercadoria era definido pela quantidade de trabalho investido na sua produção.

Com base nisso, Marx arroga ter descoberto o conceito da Mais Valia que dizia o seguinte: Se a mercadoria vale a quantidade de trabalho investida na sua produção, para que o patrão, que não trabalha diretamente, tenha lucro, ele precisa pagar aos funcionários, um valor menor do que o trabalho que eles investiram na produção da mercadoria. Dessa forma os patrões exploram o proletariado.

Porém Marx estava errado em vários pontos, desde o diagnóstico do problema, até a sua solução. A Teoria do Valor Trabalho foi refutada pela teoria da Utilidade Marginal, desenvolvida simultaneamente por três economistas: Stanley Jevons na Inglaterra, Leon Walras na França e Carl Menger na Áustria. Os três, ao mesmo tempo, em países diferentes e praticamente sem entrar em contato um com o outro, perceberam que o que confere valor a uma mercadoria não é o trabalho, mas a sua utilidade. 
Uma mercadoria que exigiu muito trabalho pra ser produzida não terá nenhum valor se não for útil. Portanto, é a utilidade que as pessoas conferem às mercadorias que determina seu valor. Os custos de produção, entre eles o do trabalho, é que precisa se ajustar aos preços de mercado.

Especula-se que este desmascaramento esteja por trás da atitude de Marx de adiar a publicação dos volumes seguintes da sua obra máxima: O Capital, que só foram publicados após sua morte, por Engels. 

Outros economistas posteriores como Ludwig von Mises e Friedrich A. Hayek dariam mais detalhes sobre a inviabilidade do socialismo, explicando que dessa forma, a única maneira de medir a utilidade de um produto é através do mecanismo de oferta e demanda do livre mercado. 
Se o livre mercado é suprimido, não há o mecanismo de oferta e demanda, se não há livre equilíbrio entre oferta e demanda, a economia se torna um caos. Por isso, abolir o mercado e concentrar as decisões econômicas no estado que tenta calcular o preço das mercadorias com base no trabalho é impossível e tende ao fracasso.

3. As previsões de Marx não se cumpriram até o presente momento


Com base na sua ideia de Mais Valia e de exploração do proletariado, Marx previu que a situação dos trabalhadores iria se deteriorar cada vez mais. Como, segundo Marx, para garantir o lucro do patrão, o valor das mercadorias é vendido sempre acima daquilo que os trabalhadores recebem para produzi-las, o custo de vida destes aumentaria cada vez mais.

Isso iria gerar ciclos econômicos e crises frequentes, com cada nova crise sendo pior que a anterior, até que chegaria o momento em que o capitalismo entraria em total colapso, os trabalhadores se revoltariam, fariam uma revolução e implantariam o socialismo.

Só que nada disso aconteceu. Na verdade aconteceu o exato inverso.

O capitalismo é marcado por crises constantes sim, mas ele sai mais forte de cada uma delas.
A Grande Depressão foi com certeza a maior de todas as crises do capitalismo, mas isso já foi há mais de 80 anos. O capitalismo jamais passou por outra crise semelhante. Desde então é inegável que a qualidade de vida e a economia prosperaram enormemente nos países capitalistas.
Ao contrário do que Marx previra, a qualidade de vida das classes menos favorecidas aumentou e a pobreza extrema está sendo reduzida gradualmente em todo mundo. 

Para entender a velocidade desse progresso considere as Metas do Milênio apresentadas em 2000 pela ONU. O objetivo era reduzir pela metade o número de pessoas vivendo com 1 dólar por dia até 2015. Essa meta foi atingida cinco anos mais cedo.


4. A maioria dos países mais pobres do mundo tiveram regimes de inspiração socialista por longos anos



Você já deve ter ouvido falar que a culpa pela fome e pela miséria no mundo é do capitalismo.

Mas o que seu professor esquerdista não te contou é que o socialismo já foi e continua sendo, uma força extremamente influente no mundo. As idéias socialistas não vão contra o Status Quo, ela é parte do Status Quo. Ela é a parte ruim dele diga-se de passagem.

Muitos países que você imagina serem vitimas do capitalismo já tiveram regimes de inspiração socialista. Só no continente africano: Angola, Moçambique, Benin, República do Congo, Etiópia e Somália tiveram suas economias destruídas por regimes comunistas que duraram vários anos e quase todos continuaram tendo economias bastante controladas pelo estado mesmo depois disso.

Seu professor esquerdista também deve ter falado pouco sobre regimes de inspiração socialista na Líbia e no Iêmen. Sobre o partido Baath no Iraque e na Síria. Que países que fizeram parte da União Soviética e que mantiveram um modelo parecido, mesmo com o fim do comunismo, como é o caso do Uzbequistão, tem a maioria da sua população na miséria.

Também não deve ter falado nada sobre como políticas socialistas devastaram o Zimbábue. Nem que a Índia, país que concentra a maioria dos miseráveis do mundo, por quase 40 anos teve uma sucessão de governos populistas, paternalistas, intervencionistas e que se inspiravam na economia soviética. Durante todo este período o país esteve completamente estagnado e só começou a crescer nos anos 90, justamente depois que o governo promoveu amplas reformas liberais, que apesar de tímidas, já conseguiram reduzir drasticamente a miséria no pais.


5. Os países mais liberais estão entre os mais desenvolvidos ou entre os que mais rápido se desenvolvem



Outra coisa que seu professor esquerdista não deve ter te contado, é que todos os países com IDH considerado "muito alto" são, de uma forma ou de outra, capitalistas. Aposto que você não sabia que a Nova Zelândia estava completamente quebrada nos anos 80, mas que depois de uma reforma liberal radical, conseguiu se reerguer e chegar ao posto de 6º melhor IDH do mundo. Que os Estados Unidos, 3º melhor IDH do mundo, maior economia do mundo e país mais inovador do mundo em número de patentes, tem a liberdade de mercado e a propriedade privada como parte inseparável da sua história, da sua cultura, das suas instituições e da sua própria identidade nacional.

Não deve saber que a carga tributária da Austrália (2º melhor país pra se viver do mundo) é de apenas 33,2% do PIB, que o Canadá foi considerado o 2º melhor país para se fazer negócios pelo Fórum Econômico Mundial, nem que Hong Kong e Singapura (13º e 18º melhores IDHs respectivamente) eram países miseráveis até bem pouco tempo atrás. Conseguiram chegar ao posto em que estão hoje em menos de 30 anos e são justamente, os dois países mais liberais do mundo.

Nem todo país liberal é desenvolvido, mas com certeza todos eles estão no caminho. Um exemplo é o Panamá, o país da América Central que teve o 8º maior crescimento do PIB em 2012 e que está entre os que mais reduziram a pobreza nos últimos anos, ou o Peru, que apesar de ainda ser bastante pobre, também vem conseguindo reduzir drasticamente a pobreza e teve o maior crescimento do PIB da América do Sul em 2012.


6. Distribuição de Renda pode não servir pra nada


Os socialistas dão a entender, através de seu discurso, que a desigualdade é o grande mal do mundo. Para descreditar as políticas liberais, apontam para um "aumento da desigualdade" como se isso fosse sempre um mal e como se igualdade fosse sempre um bem.

São incapazes de perceber que desigualdade não significa pobreza e que igualdade não significa riqueza. Um povo pode ter igualdade, mas serem todos iguais na pobreza. Da mesma forma, outro povo pode, apesar da desigualdade, garantir um nível de vida satisfatório para os mais pobres.

A prova disso é que a desigualdade medida pelo Coeficiente GINI, revela algumas coisas bem interessantes:

- A Etiópia é um dos países mais igualitários do mundo. É inclusive mais igualitária que a média dos países da União Européia. Outro que também está entre os mais igualitários é o Paquistão.
Mas onde é que existe mais pobreza? No Paquistão e na Etiópia ou na União Européia?

- O Timor Leste é mais igualitário que Espanha, Canadá e França

- O Bangladesh, outro país que concentra massas de miseráveis é mais igualitário que Irlanda e Nova Zelândia.

- A Índia é mais igualitária que o Japão.

- O Malawi é mais igualitário que o Reino Unido.


E a lista segue adiante. Os exemplos são inúmeros mas todos eles levam a uma conclusão inequívoca: Igualdade não serve pra porcaria nenhuma.


Fontes:

Ranking de Países por IDH (qualidade de vida)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano

Ranking de Países por Distribuição de Renda (Índice GINI)
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2172rank.html

Ranking de Países por Índice de Homicídios
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_taxa_de_homic%C3%ADdio_intencional

Países onde é mais fácil fazer negócios:
http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200902031523_RED_77804209

Ranking de Países por tamanho da Carga Tributária
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2221rank.html

Ranking de Países por crescimento do PIB em 2012
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2003rank.html

Sobre os governos socialistas na Índia e sua posterior reforma liberal:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_%C3%8Dndia

Sobre as reformas liberais na Nova Zelândia:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=692

Países que já foram socialistas:
Angola - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_de_Angola
Benim - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_do_Benim
Congo - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_do_Congo
Etiópia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Democr%C3%A1tica_Popular_da_Eti%C3%B3pia
Moçambique - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_de_Mo%C3%A7ambique
Somália - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Democr%C3%A1tica_da_Som%C3%A1lia
Iêmen - http://pt.wikipedia.org/wiki/I%C3%A9men_do_Sul

Sobre o partido socialista Baath que governou Iraque e Síria
http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Baath

Sobre os 100 milhões de mortos deixados pelo comunismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_Negro_do_Comunismo

Sobre o regime socialista que exterminou um terço da população do Camboja
http://pt.wikipedia.org/wiki/Khmer_vermelho

Sobre a teoria da Utilidade Marginal que refutou as teorias de Marx
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista

Gráficos mostrando a redução da miséria absoluta em todo o Mundo e quais países foram mais eficientes nisso:
http://povertydata.worldbank.org/poverty/home

publicado aqui 

Lógica estatal


Execução orçamental de 2013

Venho tarde mas que se lixe:

Não quero ser desmancha prazeres, mas no reino do controle orçamental do Estado, o ano de 2013 deixa muito a desejar.
Atingirmos um défice de 5% ou menos é bom face ao que tínhamos antes, mas se descascarmos o mais e o menos vê-se o seguinte:

A Despesa subiu de 74 mil milhões em 2012 para 75,6 mil milhões em 2013. Não é muito, mas não deixa de ser uma subida.

A Receita Fiscal subiu de 34 para 37,5 mil milhões, e este valor reflete o enorme aumento de impostos. Este aumento é um escândalo e torna o Estado cada vez mais dependente de impostos, coisa que sufoca a economia.

Depois dos Deveres e Haveres, e sem contar com aquelas aldrabices de fundos de pensões e outras coisas que nunca sabemos se entram ou não entram nas contas, o resultado da conta corrente situa-se num prejuízo de 7,8 mil milhões de euros. É este o défice do exercício de 2013.

Em 2012, o resultado da conta corrente situou-se nos 7,6 mil milhões. Até foi um bocadinho menos, mas como à posteriori tiveram de retirar a receita dos fundos de pensões que tinham previamente incluído, o défice galopou para os 10 mil milhões de euros.

Se em 2014 chegarmos a um défice de 4% ou menos, contando com um PIB a rondar os 160 mil milhões, então o prejuízo do Estado rondará os 6 mil milhões. Ainda é muito, mas como a tendência já é de descida, podemos olhar para o futuro com mais otimismo.

Em relação ao crescimento da economia, há muita força ainda a puxar para baixo. Com este nível de impostos, anda tudo a querer fugir, e só não foge quem não pode.

Estes comportamentos obrigarão ao Estado a ter que aumentar aqui e acolá cada vez mais os impostos, incidindo sempre sobre aqueles que declaram as contas certinhas, mas por outro lado, sabendo o Estado que hoje em dia mais impostos não é sinónimo de mais receita, terá que continuar a cortar no bolo maior da despesa, que são salário e pensões. Ninguém gosta e a malta revolta-se, mas é a alternativa menos má.

Se reduzíssemos a despesa da SS de 28 ou 29 mil milhões para os valores da sua receita: 22 mil milhões, equilibrando as contas da SS, seriam 7 mil milhões de despesa que descontariam no défice. Chegávamos quase a défice ZERO. Claro que não é assim tão simples porque a economia tornaria a entrar em recessão e as receitas voltariam a baixar, mas enfim, é preciso fazer umas continhas de vez em quando para ver como andam as coisas.

Tiago Mestre