sexta-feira, 14 de novembro de 2014

terça-feira, 11 de novembro de 2014

E que tal pagar 3 €?

1 € para entrar na cidade...

1 € para dormir na cidade...

1 € para o socialismo...



segunda-feira, 10 de novembro de 2014

domingo, 9 de novembro de 2014

O muro vale pelo simbolismo

"O muro vale pelo simbolismo, mas era o menor dos males. A memória que fica é a do maior crime político da História, com mais de 100 milhões de mortos, da China à União Soviética, da Coreia do Norte a Cuba. As más ideias tendem a produzir maus resultados. O que nos devia preocupar hoje é que certos conceitos do "socialismo real" ainda agora por aí circulam, em regime de contrabando, com outros nomes."
BS

Foi a construção...

Foi a construção e não a queda do muro de Berlim que marcou para sempre o socialismo como um regime patético, fracassado e desumano.

MD

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Só isso na verdade é transcendente para o futuro do País

«Não sou dos que julgam que há uma verdade política; mas firmemente creio que há verdades políticas tão exactamente demonstradas pela razão e pela experiência como conclusões das ciências positivas. Os que julgam possuir a verdade na política e governo dos povos vão desgraça-los com a imposição, até onde puderem, do seu elixir universal; os que não crêem nas verdades políticas pouco se lhes dá dos regimes e dos sistemas, mudarão ao menor sopro as instituições dos países, dispor-se-ão a sacrificar com elas as garantias da sua própria segurança e vida colectiva, sem ver que há por vezes aí tentativas e manifestações... de domínio do exterior.

Eis porque, sem esquecer a História com seu mostruário de instituições políticas que morreram, se revezaram ou rejuvenesceram, nem supor que se cria agora para a eternidade e tudo se conservará imutável no tempo, o que seriamente me preocupa é saber se, sim ou não, têm sido focados os problemas centrais da comunidade nacional e se, através de reformas de toda a ordem, e à frente as das instituições políticas, se tiveram presentes as verdadeiras necessidades e possibilidades da Nação portuguesa.

Que isso tenha sido percebido e devidamente apreciado pela genialidade dos contemporâneos não interessa senão ao momento político e em certa medida, pela calma da consciência pública e a tranquilidade que cerca o trabalho do governo. O que acima de tudo importa é que se tenha encontrado o verdadeiro caminho, seguindo o qual o povo pode viver tranquilamente a sua vida e a Nação cumprir a sua missão histórica, isto é, realize o que é essencial na vida e seja fiel ao que é permanente na História. Só isso na verdade é transcendente para o futuro do País».

Oliveira Salazar («Discursos e Notas Políticas», Novembro de 1943).


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Mais um flop socialista

Depois de Obama vem o quê?


O Foralismo Contra o Estado Centralizador.

Ao longo dos tempos o sistema liberal tem vindo a fazer tábua rasa das liberdades municipais. Os Foros durante séculos foram figuras muito importantes das nossas instituições, símbolos da liberdade e da verdadeira participação política dos indivíduos que, contrariamente ao que nos quer impor o demo-liberalismo, começa na família e continua nas câmaras municipais. 
O sistema instituído, de forma hipócrita, por um lado pede o voto ao indivíduo, por outro deixa-o sem qualquer possibilidade de decidir os problemas que o afectam directamente no seu município.

Os Foros eram exemplos de liberdade desde a época medieval, foram aplicados em toda a Península e não há razão lógica para a sua radical eliminação pelo liberalismo, com a aplicação do chamado direito novo.

Tanto o “sociedalismo” orgânico de Vazquez de Mella como o seu conceito de Tradição têm as suas raízes na ideia de que a sociedade se fundamenta na natureza do homem.
Segundo Aristóteles, o homem é um “animal social” e isto foi ignorado tanto pelo racionalismo liberal, como pelo socialismo estatista.

Estas instituições naturais e fácticas exigem unidade e direcção que devem ser asseguradas pelo Estado. “Todas as instituições legítimas têm a sua origem numa necessidade da natureza humana e o Estado tem a faculdade de conhecer a pessoa colectiva, mas não tem o direito de criá-la, segundo a teoria de que só o Estado existe por direito próprio e as outras instituições aparecem por sua concepção e tolerância.”

O tradicionalismo com o seu “sociedalismo” (corporativismo orgânico), propõe a reconstituição orgânica da sociedade, sendo os Municípios fundamentais, mas enquanto estes forem tão centralistas como o Estado centralizador liberal, tudo será inútil.

publicado aqui

No País das Maravilhas

A Altice, ao comprar a PT "portuguesa" aos brasileiros, não sabe no que se vai meter. É a Altice no País das Maravilhas.

Eduardo Cintra Torres 


China...

China: de “gigante imbatível” a mero tigre de papel?



terça-feira, 4 de novembro de 2014

O Poder é cíclico!

Hoje em dia estamos a assistir ao colapso da Política. O primeiro sinal é a percepção da inutilidade dos políticos que usam o sistema partidário e o Estado não para servir o interesse público mas para benefício próprio. A corrupção aprofunda-se e generaliza-se. Porém, por detrás deste processo de descrença política, o que está em causa é a própria democracia. Regressamos a Platão: a democracia gera anarquia e corrupção, donde resulta a necessidade de ditadura. O Poder é cíclico! Não há garantias eternas num mundo dominado pela caducidade!

IS



domingo, 2 de novembro de 2014