quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A Soberania Popular



Com cento e oitenta anos por caminhos desviados, ao Deus dará e na submissão imperativa a teorismos e abstracções, não há forma de não admitirmos a falência ruinosa do sistema de governo representativo começado com a Monarquia Constitucional e que a República continuou, agravando-o nos princípios e nos factos.

Insensatamente foi alterado o regime económico da propriedade, abolindo-se os vínculos, deitou-se abaixo a união e a importância da Família, destruiu-se e roubou-se um vasto número de proprietários e encheram-se as instituições de uma corja de gente ociosa.

Consagrou-se o político profissional, o promotor do bem alheio para interesse próprio, o principal culpado da indisciplina do povo e da falta de respeito pela Lei.

Gastou-se o que se podia e o que não havia, um afã de prosperidade, criou-se a dívida e no fim mandaram-nos a conta.

Como construção intelectual, de um artificialismo grosseiro e como solução positiva da Política, o dogma da trindade redentora – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – entrou em falência aberta há muito.

A democracia que temos no Ocidente como uma alvorada, é hoje considerada um ocaso por muitos dos mestres do pensamento contemporâneo.


Afirma-se a soberania do povo, provada mentira em Ciência Política, apoiada em falso na coerência sentimentalista de alguns daqueles que arrebanham a multidão.

Alguma vez o povo foi, ou há-de ser soberano? Soberano de venda nos olhos, montado pelos políticos que com uns discursos enganosos lhes vai mandando cada vez mais carga para cima das costas.

Guilherme Koehler



quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Os poliamorosos em lua de mel


Parabéns esquerda. Obra notável!

"Faz agora 40 anos que a esquerda portuguesa fugindo (uma das especialidades da esquerda é fugir) de Angola substituiu o exercito português pelo exercito cubano e começou uma guerra civil em Angola que provocou um genocídio em que morrerem milhões de pessoas e cujo resultado passados 40 anos foi a vigência uma cleptocracia que rouba e saqueia aquele pobre povo impunemente para comprar relógios e carteiras Louis Vuiton.
Parabéns esquerda. Obra notável!"

Francisco Múrias


A estrela do dia no facebook

Pedro Arroja


terça-feira, 10 de novembro de 2015

sábado, 7 de novembro de 2015

O poder está em cada um de nós mas quando votamos...

"O poder está em cada um de nós. 
Quando votamos delegamos esse poder numa data de gente que não conhecemos de parte nenhuma e parte deles pertencentes a quadrilhas. O resultado está à vista. 
Chamam a isto democracia. Parece mais uma cleptocracia."


Francisco Múrias


É a economia vodu em todo o seu esplendor.


Podem dar as voltas que quiserem: o que nunca conseguirão é comer um bolo e guardá-lo para mais tarde. Dito por outras palavras: não é possível consumir o mesmo recurso que se investe (para aumentar mais tarde o rendimento e o consumo). E, sim, não é possível aumentar o rendimento e o consumo futuro sem investir hoje, quer dizer, sem deixar de consumir agora. A menos que recorramos ao que outros, que não nós, estão a poupar, isto é, endividando-nos a eles. Admitamos que, tendo chegado à pouco invejável posição de uma das economias mais encharcadas em dívida de todo o mundo, continuar aumentar o pântano não é viável. Portanto, se quisermos prosperar, teremos de investir - e não consumir.

Isto não pode ser muito difícil de entender por qualquer pessoa normal, a partir do dedo e meio de testa. Excepto se for um insigne economista como o João Galamba, ou gente que, não sendo do ramo, não deixa de ser extraordinariamente versada nestas matérias, como a Dona Canavilhas ou a Dona Estrela, e outros seres do mesmo género que se multiplicam como coelhos nas fileiras do PS e do comentadorismo nacional, que nos asseveram que quanto mais consumirmos maior será a procura, logo maior o investimento e, assim, maior o crescimento, etc., etc. É a economia vodu em todo o seu esplendor.

Estes dois gráficos sobrepostos ilustram bem o ponto em que estamos neste particular. O gráfico de baixo é sobre a quantidade de despesa nacional (de PIB) que afectamos ao consumo. O caso português é a linha azul, mais vistosa. 66%. Exactamente dois terços do PIB são torrados em consumo. Já os nossos parceiros da zona euro, gente significativamente mais rica do que nós, coitada, são mais modestos: consomem 55%. Cerca de 11 pontos percentuais de diferença. Estávamos em 2014 a umas escassas décimas do maior valor de sempre. Ninguém diria que passámos pela mais grave e profunda crise da nossa história democrática. De 2009 para cá aumentámos a parcela de rendimento que, como país, destinamos à torradeira do consumo. Já os nossos ricos parceiros de moeda única baixaram a parte do PIB afectada a ele. Estranho.

Como não é possível comer e guardar o bolo (consumir e investir ao mesmo tempo, sem recurso a dívidas), e tendo tido que ajustar por algum lado, ajustámos... no investimento, que conduzimos à rua da amargura. Destinamos menos cinco pontos percentuais de PIB ao investimento do que os nossos muito ricos parceiros, com um stock de capital significativamente maior, quando dividido por cabeças. Mas bem vistas as coisas, como nestes gráficos, tivemos, afinal, apenas que acentuar uma tendência que já vinha de trás, de muito atrás, desde a viragem do século.

Ao contrário do que dizem as luminárias do PS, não foi o ajustamento e a austeridade que trouxe a queda, a quase extinção do investimento, isto é, ao ponto em que a economia deixou mesmo de repor o seu stock de capital: o investimento dos últimos anos não chega para tanto, o que compromete mais do que qualquer outra coisa o nosso futuro. Não. Vínhamos a cair pela encosta abaixo, desde o ano 2000, e se alguma coisa de novo aconteceu durante o ajustamento, foi o estancamento e inversão da tendência. Batemos no fundo em 2013, e desde então estamos a recuperar. Muito, muito modestamente, muito, muito insuficientemente, mas estamos. É preciso mais investimento, muito mais investimento, para chegarmos, por exemplo, pelo menos, pelo menos à proporção em que os nossos riquíssimos e apetrechadíssimos parceiros investem? É. Então, meus amigos, vamos ter de refrear sem contemplações o consumo. Ou uma coisa ou outra. Comer o bolo e guardá-lo é que não é possível. Se o PS, o PCP e o Bloco aparecerem por aí a prometer o impossível, façam-lhes um realíssimo manguito. Chega de ilusões. Já provamos o suficiente disso para saber que não gostamos.

Jorge Costa

Catarina Martins? Mariana Mortágua? Marisa Matias?


 Ponham os olhos é na Glorita! 



sexta-feira, 6 de novembro de 2015

As esquerdas mentem quando falam de crescimento e de estado social

(Via o António Maria)

Não há crescimento possível, mas há uma bolha de crédito que acabará por rebentar


Comércio mundial está em queda. Os preços da energia e das matérias primas estão a cair, não porque escasseiem, mas porque não há dinheiro para pagar o crescente custo da sua produção. A diarreia monetária conhecida por alívio quantitativo (QE) é um remédio que produz cada vez menos resultados e está a destruir a poupança mundial e a formação de capital a ritmos alucinantes. Sem poupança não há capital, sem capital não há investimento produtivo, sem investimento produtivo não há comércio, nem consumo, nem portanto crescimento. Em suma, o crescimento global morreu.

A austeridade é, assim, inevitável, e as despesas sociais continuam a disparar em todos os países desenvolvidos ou a caminho disso.

As consequências estão à vista de todos, em toda a parte: no Japão, nos Estados Unidos, na Europa, na Venezuela, no Brasil, em África e no Médio Oriente, na China. O êxodo demográfico em direcção à Europa apenas começou.

Foi Você que pediu crescimento? Esqueça!

A taxa anual de crescimento de Portugal tem vindo a cair desde 1996
@ Trading Economics
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O discurso das esquerdas, começando pelos seus famosos economistas, é uma mistificação demagógica. Nomeadamente quando ouvimos as carpideiras do Bloco de Esquerda e as Testemunhas do Marxismo-Leninismo do PCP a acusar os partidos do centro-direita de estarem a destruir o estado social. Mentem descaradamente, como os gráficos que se seguem provam abundantemente.

80% das pensões auferem menos de 833€/mês, 91% auferem menos de 1667€. Um teto de 2500€ permitiria maior sustentabilidade no sistema.
@Governo de Portugal
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Mas comecemos pelo fim do crescimento...


Gail Tverberg

Once the debt bubble collapses, we are in deep trouble 
} Low commodity prices suggest we are now near debt collapse 
Oops! Low oil prices are related to a debt bubblePosted on November 3, 2015 by Gail Tverberg 
Why is the price of oil so low now? In fact, why are all commodity prices so low? I see the problem as being an affordability issue that has been hidden by a growing debt bubble. As this debt bubble has expanded, it has kept the sales prices of commodities up with the cost of extraction (Figure 1), even though wages have not been rising as fast as commodity prices since about the year 2000. Now many countries are cutting back on the rate of debt growth because debt/GDP ratios are becoming unreasonably high, and because the productivity of additional debt is falling.

Não há crescimento sem consumo crescente de energia
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A energia cara trava o crescimento
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O petróleo e a energia em geral tem sido comprada com dívida crescente
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Embora os preços da energia estejam a cair, os seus custos continuam a crescer
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Só nos resta a eficiência para mitigar os graves problemas que temos pela frente
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Acabar de vez com a demagogia populista das esquerdas sobre o estado social

Ao contrário da litania sem imaginação do PCP, do Bloco e de António Costa, os sucessivos governos que temos tido não só não atacaram o estado social, como a dimensão deste e o seu peso no orçamento do estado e na dívida pública não têm parado de aumentar desde 1975. Se repararmos nos gráficos deste excelente artigo de Ryan McMaken, onde se mostra que os Estados Unidos são um estado social insuspeito, veremos que também Portugal está entre os dez ou quinze países da OCDE que mais despesa social executa anualmente.

“Social Expenditures” In the US Are Higher Than All Other OECD Countries, Except FranceMises Institute, OCTOBER 30, 2015Ryan McMaken

According to the Organization of Economic Cooperation and Development (OECD), "social expenditures" are expenditures that occur with the purpose of redistributing resources from one group to another, in order to benefit a lower-income or presumably disadvantaged population.

The focus on direct government spending, however, creates the impression that the US does not engage in the business of redistributing wealth to the degree of other OECD-type countries. But this is not the case. When we consider tax incentives, benefits, and mandates, the picture is very different.

...

Once tax breaks for social purposes (TBSPs) are included, the US begins to look much more similar to its European counterparts. By this measure, the US falls in the middle, with more net social spending (as a percentage of GDP) than New Zealand, Norway, Luxembourg, Australia, and Canada (y axis=percentage of GDP).


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Esquerda ao poder para não haver mais carne ao comer

A OMS, a carne vermelha, as mudanças climáticas e o controle estatal: a conexão é explícita...

Por Yuri N. Maltsev,



O cada vez mais poderoso complexo verde-industrial, cujo quartel-general está nos EUA, está se revelando extremamente eficaz em utilizar a ONU, suas trinta e duas instituições "irmãs"(como o Banco Mundial, a UNESCO e vários "tribunais") e centenas de centros de pesquisa e treinamento.  Esta enorme e continuamente crescente máquina burocrática já emprega mais de um milhão de "servidores públicos internacionais" para administrar aquilo que nossos visionários socialistas sonham se tornar o governo mundial do futuro.

Uma "instituição irmã" da ONU que está se tornando cada vez mais importante é o altamente politizado "Departamento Mundial de Saúde", também conhecido como a Organização Mundial da Saúde (OMS), a qual, como parte de sua nova campanha do medo, emitiu recentemente a declaração de que bacon, presunto, salsicha são cancerígenos.  E complementou dizendo que todas as carnes vermelhas são "provavelmente cancerígenas".

[N. do E.: vale ressaltar que a OMS não mostrou o relatório científico final e também omitiu o fato de que sete dos vinte e dois cientistas que participaram das pesquisas não aprovaram o relatório desconhecido.  Até mesmo o politicamente corretíssimo doutor Dráuzio Varella achou isso muito estranho.  Diz ele: "[...] não existe consenso entre os epidemiologistas. Não houve unanimidade sequer entre os 22 especialistas do painel da Iarc: sete deles se abstiveram de votar a favor das conclusões por não estarem convencidos da qualidade das evidências apresentadas ou por não concordarem com elas."]

Essa nova campanha anti-carne, no entanto, nada tem a ver com a sua saúde, mas sim com a "saúde do planeta".  O ataque da OMS à carne ocorreu, coincidentemente, antes da Conferência do Clima em Paris, que ocorrerá no final do ano e que irá discutir "soluções governamentais" para se controlar o clima, e faz parte da lenta, porém progressiva, revolução socialista envolta no lema de "conscientização sobre as mudanças climáticas".  Para essa gente, todo o necessário para fazer com que tudo fique bem é entregar o controle da economia mundial para os planejadores centrais dos governos. Na mente deles, basta o governo acionar suas engrenagens e elas automaticamente farão tudo com assombrosa precisão para preservar o status quo climatológico.  Como sempre, políticas socialistas atuais são justificadas como sendo uma "necessidade para as gerações futuras". 

O famoso Nobel de física, o Dr. Ivar Giaever, que já foi um ardoroso apoiador de Obama, mudou de lado e hoje está contra o presidente americano na questão do aquecimento global.  "Eu diria que, basicamente, o aquecimento global é um problema inexistente".  Giaever escarneceu Obama por este ter declarado que "nenhum desafio é mais ameaçador para as gerações futuras do que as mudanças climáticas".  O físico disse que essa era uma "declaração ridícula" e complementou dizendo que Obama "está sendo mal assessorado" na questão do aquecimento global.  

Já eu estou certo de que Obama e outros políticos estão impondo a agenda do aquecimento global não por causa de "má assessoria", mas sim porque os defensores dessa tese, inadvertidamente ou não, lhes fornecem todas as justificativas necessárias para adotar políticas de planejamento central e para restringir as liberdades individuais.

A Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas 2015, que será realizada em Paris de 30 de novembro a 11 de dezembro, está sendo propagandeada pelo governo Obama como um grande passo adiante rumo a um governo mundial e a um planejamento centralizado.  Será a vigésima primeira sessão anual da Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, criada em 1992, e a décima primeira sessão do Encontro das Partes (a primeira ocorreu no Protocolo de Kyoto, em 1997).  O objetivo da conferência é alcançar um acordo universal e legalmente compulsório a respeito do clima, para todos os países.

Todos os globalistas se mobilizaram em preparação para este evento.  O papa Francisco, por exemplo, publicou uma encíclica chamada Laudato Si' para ajudar a garantir o sucesso dessa conferência.  A encíclica clama por uma ação imediata contra as "mudanças climáticas causadas pelo homem".  Já a Confederação Sindical Internacional, que tem suas origens na Primeira Internacional fundada por Karl Marx, exortou o objetivo de "carbono zero, pobreza zero", e seu secretário-geral, Sharan Burrow, proclamou que "não há empregos em um planeta morto".

A guerra contra a carne faz parte dessa ofensiva das relações públicas.  Lord Stern, do Reino Unido, que já foi economista-chefe do Banco Mundial, afirmou que "a carne é um grande desperdício de água, e cria muitos gases geradores do efeito estufa.  Ela causa uma enorme pressão sobre os recursos naturais do mundo.  Uma dieta vegetariana é muito melhor."

Já o embaixador americano Todd Stern, nomeado por Obama emissário especial dos EUA para assuntos climáticos, cuja função será assegurar um rígido acordo climático na conferência de Paris, está hoje viajando para Brasil e Cuba com o intuito de conseguir o apoio destes dois corruptos governos socialistas contra "a ameaça global representada pelas mudanças climáticas"

Nos EUA, socialistas fanáticos e seus parceiros "capitalistas" já conseguiram destruir a indústria do carvão.  Todo o setor energético está sob inclemente ataque há um bom tempo.  Agora, eles estão indo atrás da indústria de carnes, a qual é, de acordo com eles, "insustentável".  A esquerdista Union of Concerned Scientists (União dos Cientistas Preocupados) listou o hábito de comer carne como sendo a segunda maior ameaça ambiental para o planeta (a ameaça número um são os veículos movidos por combustíveis fósseis).

Na União Soviética, de onde fugi, quando havia carne, esta era disponível para o alto escalão do Partido Comunista.  O cidadão comum, com muita sorte, encontrava um pouco no mercado negro.  O Partido "explicava" para as massas que comer carne era nocivo para a saúde.  Em Cuba, você dificilmente encontra carne nas mercearias.  Bife (normalmente misturado com soja), frango, salsicha e presunto são racionados pelo governo cubano à quantia de 225 gramas por pessoa para cada 15 dias.  Meus amigos cubanos, no entanto, se queixam de que nem mesmo este racionamento é respeitado pelo governo, e que frequentemente as rações de carne são "canceladas" sem qualquer explicação.

Nos EUA, o Comitê Conselheiro de Diretrizes Alimentares (Dietary Guidelines Advisory Committee) publicou, neste ano, um relatório de 571 páginas de "evidências" pseudo-científicas para estimular os americanos a não comerem carne vermelha.  O Departamento de Agricultura dos EUA utilizará essa ciência fajuta como base para sua política federal de nutrição, incluindo um programa de US$ 16 bilhões para financiar almoços em escolas.

E tudo isso está sendo bancado pelos pagadores de impostos.  Os EUA estão financiando a ONU e suas instituições "irmãs", incluindo a OMS, em um montante que vai de 25 a 35% do orçamento da organização.  A única esperança para o mundo é que as pessoas não recebam todo o governo pelo qual estão pagando.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Acordos à esquerda?


Só se forem escritos a sangue...


terça-feira, 3 de novembro de 2015

O fascínio do marxismo



"O fascínio do marxismo não é só prometer o paraíso na terra, mas alcançar este objectivo como uma religião sem Deus disfarçada como ciência."

Antony Mueller


O comunismo moderado





O actual sistema tem como objectivo acabar com todas as tradições, usos, costumes e direito consuetudinário dos povos. Através do controlo dos media, utiliza a propaganda para fazer acreditar que o protestantismo, o liberalismo e o socialismo são frutos de revoluções populares o que é a maior das falsidades porque estas foram, desde sempre, oligárquicas, anti-populares, mercenárias, cruéis e assassinas.

A destruição de todos os organismos intermédios, garantes da liberdade dos povos, fixados entre o indivíduo e o Estado como corporações protectoras, deu origem a um poder que começou a exercer toda a soberania, nos submeteu e não passa de uma perversa tirania.

Foi-nos imposto o “poder do dinheiro”, como novo marco político e social, pela ascensão da burguesia que passou a controlar todos os meandros do poder, institui-se um centralismo uniformizador absoluto contra a liberdade e formou-se o Estado absorvente e tirânico.

Contra tudo isto se levantaram os povos, crentes nas suas tradicionais instituições de governo, foi sobre o seu sangue e com as consequências trágicas que hoje conhecemos que foi construída esta democracia liberal que, segundo Hans Herman Hoppe, é apenas comunismo moderado.

Guilherme Koehler

Anda tudo à espera do acordo nupcial



Só que a união poliamorosa não foi ainda legalizada em Portugal.

umacausa#trêspartidos#vivaopoliamor#


segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O Municipalismo - via para a liberdade.

As sociedades são mais ou menos harmónicas consoante a sociedade total, comandada pelo poder supremo do Estado, é composta por diversas sociedades políticas menores, pois a sociedade geral não é uma congregação de indivíduos, mas um conjunto de Famílias.

O municipalismo é a única via para a verdadeira democracia, a democracia foral e municipal é a primeira ligação da ordem social e política. Municipalismo é fazer democracia ao nível territorial mais próximo: o Concelho; é decidir colectivamente a fim de satisfazer a ética na gestão política e os direitos e garantias democráticos dos munícipes.

É fundamental exigir poder económico e político para os municípios livres, pois é neles que existe o pleno e livre exercício da soberania social em toda a hierarquia das pessoas colectivas e classes, garantindo as verdadeiras liberdades contra todos os totalitarismos e centralismos.

O regionalismo tem origem na tradição, embora não tenha necessidade dela, apenas é fundamental que surjam as necessidades sociais. A vocação natural e social do homem deu origem à Família, ao município, à região e à Nação. A vida do Estado não aparece de forma meteórica, nasce de um processo gradual, o Estado é só uma das inúmeras espécies possíveis de sociedade, chamemos-lhe a maior das sociedades.

Só numa sociedade em que os governantes tenham o seu poder limitado pelas assembleias, onde estão os representantes dos grupos sociais naturais, pode haver representação efectiva.

Guilherme Koehler

O municipalismo na Wikipédia
O Municipalismo ou Municipalismo Libertário, consiste em uma ideologia política que objectiva oferecer maior autonomia aos municípios, atendendo especialmente à organização e prerrogativas das cidades, por meio de uma descentralização da administração pública[1] .
Os defensores dessa linha de pensamento costumam salientar a importância da cidade, uma vez que é nesse espaço onde se vive e se trabalha[2] . Enxergam a cidade como sendo o mundo real, enquanto que o Estado e a Nação seriam instituições abstractas, que geram governos distantes, alienados e insensíveis às necessidades do cidadão [3] .