Bom, estamos de volta e não há tempo a perder. Começamos por insultar todos os colectivos e minorias registados na Auroridade Tributária. Que não fique ninguém por insultar. É requentado mas serve para continuar a missão que me foi conferida por DEUS.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2023
Portugal, ano 2037
sábado, 14 de janeiro de 2023
sexta-feira, 13 de janeiro de 2023
A Rússia foi e é um agente de conservação da civilização ocidental
"Ao contrário do que habitualmente se diz e supõe, tanto existe uma permanente busca da modernidade da Europa pelos russos, como um permanente movimento russo pela protecção e salvação da Europa, assumido desde o século XIX e que se consubstanciou no combate que a Rússia travou contra as ideias revolucionárias de 1789, de 1830 e 1848, na defesa da Europa contra o nazismo (1941-1945), na oposição ao imperialismo americano (1945-1989) e, mais recentemente, no combate à vaga totalitária do wokismo que engoliu e desnorteou o Ocidente.
Neste particular, a Rússia foi e é um agente de conservação da civilização ocidental."
segunda-feira, 2 de janeiro de 2023
segunda-feira, 26 de dezembro de 2022
domingo, 25 de dezembro de 2022
quarta-feira, 21 de dezembro de 2022
2500 anos de cultura e civilização europeia
2500 anos de cultura e civilização europeia foram questionados e combatidos primeiro pelo Iluminismo e depois pelos Românticos.
Juntos, estes dois fluxos de pensamento derrotaram a ideia original da Europa com as suas raízes em Atenas, Jerusalém e Roma.
Agora, na nossa era atual, o Iluminismo e o Romantismo estão numa luta brutal um contra o outro.
Não haverá vencedor nesta batalha. Ambos irão cair nesta luta e nada restará da tradição europeia original.
Os velhos ideais europeus experimentaram um retorno de curta duração nas primeiras duas décadas após a Segunda Guerra Mundial, mas isto não iria durar.
Primeiro, o consumismo disfarçado de iluminação tomou conta.
Então, o Romantismo atual começou a dominar a sociedade com a sua "de volta à natureza"-filosofia que prega um suicídio glorioso.
A América, como parte destes movimentos, ainda deixou mais para trás as suas raízes (só vivem na arquitetura da sua capital). Na América, a velha tradição europeia foi roubada pelo Iluminismo como consumismo ainda mais severo, e na América, também, o esclarecimento como o consumismo está prestes a ser escovado pelo romantismo e, da mesma forma, só será lembrado como a celebração de um suicídio glorioso.
domingo, 18 de dezembro de 2022
terça-feira, 13 de dezembro de 2022
O atraso do qual Salazar ainda hoje injustamente é acusado
O atraso do qual Salazar ainda hoje injustamente é acusado, só mesmo num país de ignorantes e malformados!!!! Salazar foi ditador de um país rural e pobre. E nas características deste país esteve sempre a maneira mais fácil de o despachar historicamente. Eduardo Lourenço, num texto da década de 1960, chamou-lhe “camponês letrado”. De facto, quem melhor do que o filho de “pobres” de Santa Comba Dão, ex-seminarista com sotaque provinciano, que quase não viajou para fora do país, que escrevia como um frade do século XVIII e levava a vida de um pároco rural do século XIX, com governanta, quintal e galinheiro -- quem melhor do que ele para corporizar o “atraso” e carregar a respectiva culpa? O problema está em que, se quisermos ser exactos, teremos de admitir que foi precisamente com Salazar que Portugal começou a ser menos pobre, menos analfabeto e mais europeu. É verdade que mesmo alguns salazaristas se mostraram impacientes com a sua obsessão financeira. No entanto, os seus orçamentos equilibrados e inflação baixa, se adiaram gratificações, pouparam os portugueses às crises fiscais e da balança de pagamentos que, antes dele e depois dele, destruíram riqueza e frustraram expectativas. A partir da década de 1950 e até 1974, Portugal conheceu as taxas de crescimento mais altas da sua história. A estrutura da economia portuguesa mudou. E não, Salazar não tratou apenas de conter as reivindicações dos empregados e favorecer alguns empresários. Foram os seus governos que estabeleceram os primeiros sistemas de protecção social efectivos e que conseguiram escolarizar pela primeira vez uma geração inteira. O Estado Social em Portugal foi salazarista antes de ser democrático. Tal como a integração atlântica e europeia, começada com as adesões à OECE (1948), à NATO (1949) e à EFTA (1960). Sem estes sucessos, Salazar não teria durado. Para muitos, o salazarismo viabilizara uma transformação económica e social que outros regimes tinham proposto, mas falhado. É isso que Salazar significa -- Um instrumento brutal de modernização? Mas é um erro reduzi-lo a um fenómeno sócio-económico.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2022
domingo, 20 de novembro de 2022
domingo, 13 de novembro de 2022
Afectado pelo clima!
"Parece que pintou um clima entre a polícia e manifestantes do clima. Terá havido diversos movimentos de transição energética."
Liguem o cu do moço à corrente elétrica!
It`s a Freak Show!
sexta-feira, 11 de novembro de 2022
quarta-feira, 2 de novembro de 2022
Duelo Mítico
Na ilha de Ganryujima, no Japão, há uma escultura que representa um duelo mítico que terá ali acontecido há muitos séculos, no fim da época dos samurais, entre Myamoto Musashi e Sasaki Kojiro.
Myamoto Musashi, antigo samurai e ronin, é talvez o mais conhecido dos espadachins japoneses, com uma vida repleta de grandes feitos e aventuras. Travou o seu primeiro duelo aos 13 anos de idade e aos 15 anos saiu de casa para percorrer o Japão profundo em “peregrinação guerreira” (o conceito de Musha Shugyo) enfrentando outros espadachins na busca de aperfeiçoamento pessoal.
Nessa jornada notabilizou-se em mais de 60 duelos de vida ou morte, sem nunca ter sido derrotado. Desenvolveu um estilo de combate próprio, o Niten Ichi ryu, e para além das artes marciais deixou um legado artístico na pintura, escultura, caligrafia e poesia.
Entendendo a vida no seu sentido tradicional e integral, personificou a busca pela síntese entre a superação física e espiritual, juntando à vontade de aperfeiçoamento das suas aptidões marciais a procura ascética, através da prática do zazen e do estudo de textos budistas.
Com cerca de 30 anos terá tido o famoso duelo contra Sasaki Kojiro. Este duelo tem algumas características interessantes, porque a existência histórica da figura de Kojiro não é unânime. Contudo, isso não retira relevância à história, que tem uma aura mítica no folclore nipónico, contada ao longo dos tempos como o confronto entre os maiores espadachins da sua Era e repleta de simbolismo.
Há várias descrições desse duelo, na literatura japonesa e noutras artes, mas vejo-a sobretudo como uma lição sobre a importância do autocontrolo, da disciplina, da importância de conseguir manter sempre, em todas as circunstâncias, um “centro”.
Conta a lenda desse combate que Kojiro poderia até ser o mais hábil dos dois espadachins, dominando com mestria um estilo tradicional e homem muito altivo e que Musashi, ciente disso, usou a psicologia para derrotar o seu adversário.
No dia do duelo terá chegado ao local, numa praia, com algumas horas de atraso, com uma longa bokken (espada de madeira) de mais de um metro e esculpida a partir de um remo e com vestes pouco cuidadas. Susaki tomou tudo isso como uma falta de respeito e perdeu o controlo emocional. Terá insultado o seu oponente que, em resposta, se limitou a sorrir com desdém e ironia, o que acresceu ao agravo sentido por Susaki. Este, já fora de si, perdida a autodisciplina, dirigiu-se a Musashi que se teria posicionado estrategicamente com as costas contra o pôr-do-sol. Susaki, descontrolado e com a visão prejudicada, desferiu os seus golpes que revelaram, ainda assim, a sua enorme qualidade no manejo da espada e terá chegado a cortar a fita que agarrava o cabelo do adversário, mas na resposta sofreu um golpe certeiro que lhe rachou fatalmente o crânio.
Musashi terá depois contado que, na verdade, para ele o duelo não havia durado aqueles poucos instantes mas havia começado muito antes, quando começou a meditar sobre o combate e a esculpir a sua bokken. Terá ainda explicado que percebeu que tinha vencido antes até da troca de golpes, quando viu que Susaki perdera o domínio emocional e começara a dirigir-se para si atirando a bainha da espada para o chão (o samurai que deita fora a bainha da espada já não pensa voltar a usá-la).
No final da vida Musashi tornou-se eremita e isolou-se na caverna de Reigando, onde se dedicou à meditação, ao aperfeiçoamento permanente do seu estilo marcial e onde escreveu a sua obra mais famosa “O livro Dos Cinco Anéis”, cujo manuscrito entregou ao seu principal discípulo.
Já doente e sentido aproximar o dia da sua morte escreveu um pequeno texto, Dokkodo (O Caminho do Viajante Solitário), onde enumerou os 21 preceitos que considerava fundamentais para orientar os homens da sua época e de uma certa têmpera:
1. Aceita as coisas como são
2. Não vivas para o prazer
3. Não procures depender do que seja
4. Pensa com ligeireza em ti mesmo e profundamente no mundo
5. Vive desapegado de desejo
6. Não guardes arrependimentos
7. Não tenhas inveja de outros
8. Não lamentes uma separação de caminhos
9. Não tenhas ressentimentos e queixas, em relação a ti ou aos demais
10. Não te deixes guiar pelo sentimento de luxúria ou amor
11. Em todas as coisas, não tenhas preferências
12. Não acalentes esperanças sobre o lugar onde viveres
13. Não vivas para o gosto da boa comida
14. Não te agarres a bens de que já não necessitas
15. Não ajas de acordo com costumes prejudiciais
16. Ainda que seja diferente com as armas, não tenhas gosto nas coisas materiais
17. Não temas a morte
18. Não vivas para possuir bens ou feudos na velhice
19. Respeita Buda e os deuses sem contar com a sua ajuda
20. Podes dar a tua vida, mas deves preservar a tua honra
21. Nunca te desvies do Caminho