quarta-feira, 13 de abril de 2016

Ser latino não é uma doença

"Ser latino não é uma doença.

Pode ser doença para algumas pessoas que dizem isso mas se têm uma doença tratem-se.

Eu sou latino e tenho muita honra e considero excelente. Gosto de viver, gosto de trabalhar e gosto mais de me divertir que trabalhar embora trabalhe bastante. Por isso acho que sou uma pessoa sã."

Tiago Caiado Guerreiro


Não perca a excelente entrevista.





terça-feira, 12 de abril de 2016

“Defender a democracia”

Significa defender:

a) o povo contra o povo 
b) o povo contra o governo
c) o governo contra o povo

AM



A liberdade em Portugal



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Educatado

"Educação pelo estado é sempre educação para o estado."

AM



sexta-feira, 8 de abril de 2016

País de maricas

A chapada e " o murro nos cornos" são bens culturais que importa preservar.

Não percebo o escândalo.

 Perdemos a justa, o duelo, a bengalada, preparam-se agora para acabar com a chapada? 

Que raio de país de maricas...

FM


Ainda o Estado Maternal Social-Democrata

 «Longe vai o tempo (1919) em que Schumpeter se queixava de que o Estado absorvia mais de 5% do PIB. Agora faz-se jus a um capitalismo de Estado social-democrata que, graças ao bom uso da democracia como religião civil e máquina redistribuidora da riqueza e do rendimento, virou ideologia dominante. 

Redistribuição que, além de mais poder para o Estado, visa a compra do consentimento das maiorias que, ingenuamente, se julgam beneficiadas. 

O engano das massas chega ao ponto de, paradoxalmente, o tão criticado neoliberalismo não ser o liberal, mas o da social-democracia.

Acresce que a conversão da direita ao estatismo e a sua contaminação pelo politicamente correcto ajudaram a agravar a crise, talvez teminal, de uma social-democracia que foi tornando insustentável o Estado fiscal-social(ista) de Bem-estar (dos políticos). 
Poderíamos dizer, corrigindo a profecia de Schumpeter sobre o fim do capitalismo, que a social-democracia foi vítima do seu êxito. 

Absorvendo de tal modo as populações e as classes dirigentes na sua rede de interesses que a situação parece já não ter saída. 
Até que ponto a problemática dos refugiados e dos atentados não será só mais um sintoma de um processo de desintegração e decadência – económica, demográfica e cultural – da União Europeia, que poderá conduzir a uma situação pré-revolucionária?»


"O Punhal dos Corcundas"



Já em 1824 Frei Fortunato de São Boaventura descrevia com precisão o que era a democracia:

A falsa soberania popular;

“A questão que mais vezes me tem feito dar voltas ao juízo é a da soberania do povo. Havia sete séculos que se dizia que a soberania estava no Rei. (…) Todavia depois de 24 de Agosto começou a dizer-se que a soberania residia essencialmente na nação, isto é, a nação não é nação sem ser soberana!
(…) Assentemos de uma vez que nunca o Povo se diz soberano para outro fim mais do que cair toda a soberania nas mãos de um punhado de aventureiros que desta arte lhe fazem a boca doce, enquanto mui a salvo e a despeito da moral cristã e dos princípios mais vulgares de decência, vão enchendo a bolsa.
Desta soberania armada no ar entrei a desconfiar ainda mais quando vi seus efeitos práticos. Dizia-se que o povo havia de nomear quem lhe fizesse as leis e que El-Rei devia executá-las à risca. Mas na nomeação de deputados vi que tudo era ambição e maranha. O povo não sabia ler e nomeava por escrito quem os mais poderosos e os mais manhosos queriam para seus representantes. (…)
Mas quando eu vi o Salão das Cortes cheio de bandalhos e petimetres, tão fofos como um sapo inchado, vomitando sandices e minando os alicerces da Religião e da Monarquia, desenganei-me de que a tal soberania era uma farsa armada para certos fins.
Que diabo de soberania é esta (dizia eu) que traz inquieta a nação, espalha a impiedade, persegue os bons, desmancha a máquina da Monarquia, excita a guerra civil, provoca as tropas ultramontanas e prepara a anarquia? É para isto que foi proclamada a soberania do povo.”

Frei Fortunato de São Boaventura, retirado de "O Punhal dos Corcundas" (1824).

Guilherme Koehler 

quinta-feira, 7 de abril de 2016

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Panamás há muitos, seu palerma!





E esta é de se lhe tirar o chapéu...

 "Os 1400 milhões do fundo de estabilidade da segurança social estariam mais seguros no Panamá do que nas mãos dos socialistas."






PA em conversas em Família


Democracia é servidão




quinta-feira, 31 de março de 2016

Para a maioria das pessoas

Para a maioria das pessoas é mais confortável manter os seus olhos fechados do que abertos.

AM



A Europa da Fraternidade, da Igualdade, da Liberdade e da livre circulação

Europa já tem carruagens apenas para mulheres

Uma carruagem para mulheres? Na Alemanha? Em 2016? Mas não estamos na UE? Naquela UE que aprova regulamentação sobre a obrigatoriedade de mulheres no conselho de administração das empresas? Que custeia estudos e regulamentos sobre a representação pictórica dos géneros nas portas das casas de banho e nos semáforos? Naquela mesma UE cujos países têm comissões para avaliar as ofensas de género? Nessa UE, em que como acontece em Portugal, um cidadão vai a tribunal porque chamou esganiçadas às dirigentes de um partido? E nessa mesma UE vamos ter carruagens nos comboios exclusivamente para mulheres e também, pormenor fantástico, para as crianças de ambos os sexos até aos dez anos? Quer isto dizer que se as crianças forem na carruagem dos homens correm o risco de ser molestadas?

MM


domingo, 27 de março de 2016

O fim dos corpos intermédios – a origem do poder sem limites.

“Como a Revolução Francesa não teve apenas o objectivo de mudar um governo antigo, mas abolir a estrutura da antiga sociedade, ela teve que combater ao mesmo tempo todos os poderes estabelecidos, arruinar todas as influências reconhecidas, apagar as tradições, renovar os usos e costumes e esvaziar de certo modo o espírito humano de todas as ideias sobre as quais se haviam fundado até então o respeito e a obediência. 
Daí o seu carácter tão singularmente anárquico. Mas afastai estas ruínas: percebereis um poder imenso que atraiu e devorou na sua unidade todas as parcelas de autoridade e de influência antes dispersas numa série imensa de poderes secundários, de ordens, de classes, de profissões, de famílias e de indivíduos e como que espalhadas em todo o corpo social. 
Nunca se havia visto no mundo um poder semelhante desde a queda do Império Romano. A Revolução criou este poder novo, ou melhor, ele saiu por si mesmo das ruínas acumuladas pela Revolução”.

Alexis de Tocqueville em “L’Ancien Régime et la Révolution”.
GK

A falsa racionalidade do "pombalismo"

O terremoto de Lisboa não foi tão catastrófico como a reconstrução da cidade pelo Pombal. A falsa racionalidade do "pombalismo" destruiu o futuro de Portugal e inibe o desenvolvimento do Brasil até hoje.

AM